Jaime Verruck, candidato a deputado federal, apresentou um plano de 44 páginas com propostas para o mandato de 2027 a 2030.
O documento foi entregue ao governador Eduardo Riedel e aborda temas como segurança alimentar e transição energética.
O plano se organiza em sete eixos, incluindo agenda verde, infraestrutura, ciência, tecnologia e saúde pública digital.
Planos de ação parlamentar são voluntários e não têm registro legal, servindo como compromisso público de campanha.
0x Jaime Verruck, do Republicanos, entregou ao governador o documento com propostas para 2027 a 2030. Plano de ação parlamentar não é exigido por lei nem passa por registro na Justiça Eleitoral.
O candidato a deputado federal Jaime Verruck, do Republicanos, apresentou um documento de 44 páginas com propostas para o mandato de 2027 a 2030, organizado em sete eixos (clique aqui e confira).
Ele entregou o material ao governador Eduardo Riedel, candidato à reeleição, em ato de campanha na última quinta-feira (20).
Verruck foi secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação no governo de Riedel antes de disputar a eleição, o que explica a escolha de quem recebeu o documento.
Riedel elogiou a iniciativa. “Qualidade e planejamento para chegar ao Congresso Nacional com uma linha clara de atuação pelo Brasil e por Mato Grosso do Sul”, afirmou.
O plano se divide em sete eixos: agenda verde, bioeconomia e transição energética; indústria, infraestrutura e competitividade; comércio, serviços e empreendedorismo; ciência, tecnologia e inovação; saúde pública digital; educação voltada ao trabalho e à inovação; e tecnologia a favor da segurança pública.
O texto está publicado no site de campanha e, segundo o candidato, permanece aberto a contribuições da população.
Vale a distinção, porque ela costuma confundir o eleitor. Candidatos ao Executivo, como governador e prefeito, são obrigados por lei a registrar um plano de governo junto com o pedido de candidatura.
Candidatos ao Legislativo não têm essa exigência.
Um plano de ação parlamentar é iniciativa voluntária. Não passa por registro na Justiça Eleitoral nem por qualquer verificação oficial, e o cumprimento depende exclusivamente de quem o assina.
Isso não diminui o valor do documento como compromisso público, mas define o que ele é: uma peça de campanha que o eleitor pode ler e cobrar depois.
Verruck é economista e doutor em desenvolvimento.
Plano de governo e plano de ação parlamentar: candidatos ao Executivo são obrigados por lei a registrar um plano de governo junto ao pedido de candidatura. Candidatos ao Legislativo não têm essa obrigação.
Um plano de ação parlamentar é documento voluntário, e por isso não passa por registro nem por fiscalização da Justiça Eleitoral.
Bioeconomia: atividade econômica baseada no uso sustentável de recursos biológicos, como biocombustíveis, bioinsumos e produtos florestais.
Emenda parlamentar: principal instrumento pelo qual um deputado destina recursos federais a obras e serviços no seu estado.
DivulgaCand: sistema do Tribunal Superior Eleitoral onde qualquer pessoa consulta candidaturas, bens declarados e prestação de contas.
A Crítica assegura tratamento isonômico e dará o mesmo espaço aos planos e propostas apresentados pelos demais candidatos.
Instituto voltado a mulheres é fundado em Campo Grande em ano de alta de 188% nas denúncias de violência digital.
Denúncias de violência digital contra mulheres quase triplicaram em um ano no Brasil, segundo o Ministério das Mulheres. Campo Grande recebe a fundação do Instituto Desperta para enfrentar o problema.
Fontes
Informação baseada em material público de A Crítica, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.