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Inteligência Artificial Revisado por ULTRA AI

Malware rouba senhas do Facebook, grava o que você digita e tira prints da tela

Novo malware ampliou a coleta de informações do Facebook e passou a reunir dados sobre os responsáveis pela administração das contas

2 min de leitura
Malware rouba senhas do Facebook, grava o que você digita e tira prints da tela

O Netskope Threat Labs identificou nova variante do Python NodeStealer que ampliou a coleta de informações do Facebook e passou a reunir dados sobre os responsáveis pela administração das contas.

  • A nova variante também aumentou o acesso à Graph API do Facebook. Nas versões anteriores, o malware consultava apenas dois pontos da plataforma.
  • Agora, são mais de 20 pontos de consulta, conhecidos como endpoints.
  • Por meio deles, a ameaça consegue obter informações relacionadas à identidade dos usuários, amigos, publicações, páginas administradas, campanhas publicitárias, atividades comerciais e segurança das contas.
  • Segundo os pesquisadores, os dados coletados podem ser utilizados para assumir o controle de contas em diferentes plataformas, aplicar golpes com a identidade das vítimas e aumentar o valor das informações para revenda.
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O malware também registra as teclas digitadas, monitora a área de transferência e faz capturas de tela.

A ameaça também procura senhas de redes Wi-Fi, arquivos armazenados na pasta de imagens e informações guardadas em outros dois navegadores.

Com a ampliação dessas capacidades, o NodeStealer passou a apresentar características de spyware, categoria de programa malicioso capaz de monitorar atividades realizadas em um dispositivo e coletar informações sem o conhecimento do usuário.

A análise do Netskope Threat Labs também encontrou indícios de que as novas funções do malware podem ter sido desenvolvidas com auxílio de inteligência artificial (IA).

Entre os sinais identificados estão o uso sistemático de emojis nos registros do programa e a presença de chamadas de código estruturadas de maneira semelhante.

Essas características não apareciam nas amostras anteriores do NodeStealer.

Para os pesquisadores, os elementos encontrados são compatíveis com código produzido com assistência de modelos de linguagem.

Vítimas estão concentradas na Ásia e América do Norte.

As vítimas identificadas estavam principalmente na Ásia e na América do Norte. Os ataques atingiram diferentes setores, mas houve maior concentração no setor de serviços financeiros.

Para Claudio Bannwart, country manager da Netskope no Brasil, o alcance potencial da ameaça exige atenção também dos usuários e empresas brasileiras.

A análise completa da nova variante do Python NodeStealer está disponível no Netskope Threat Labs.

Rodrigo Mozelli é jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e, atualmente, é redator do Olhar Digital.

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Fontes consultadas

  • Olhar Digitallink
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