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Esportes Revisado por ULTRA AI

Ex-integrante de grupo de extrema direita admite ter matado astro argentino do rugby

Caso envolve ex-membros de grupo extremista proibido

2 min de leitura
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Um ex-integrante de um grupo violento de extrema direita declarou nesta segunda-feira a um tribunal de Paris que matou a tiros o ex-jogador da seleção argentina de rugby Federico Aramburu na capital francesa há quatro anos.

No primeiro dia de seu julgamento, Loik Le Priol afirmou ao tribunal ser responsável pela morte de Aramburu, assassinado após uma discussão durante uma saída noturna na capital francesa.

Sempre disse que atirei em legítima defesa", declarou Le Priol ao júri. "Sei que cabe ao tribunal decidir se isso foi legítimo. Mas, qualquer que seja a decisão, estou condenado por toda a vida a carregar esta imensa tragédia.

Le Priol, de 32 anos, é um dos dois ex-integrantes do GUD (Groupe Union Defense), grupo atualmente proibido, que estão sendo julgados. Le Priol, que, segundo os investigadores, efetuou os disparos fatais, responde por homicídio.

Seu comparsa Romain Bouvier, de 35 anos, que, segundo os promotores, também disparou uma arma durante o incidente, responde por tentativa de homicídio.

Os dois homens já cumprem penas de prisão por agressão com agravantes em outro caso.

Os advogados deles não responderam aos pedidos de comentários da Reuters.

Segundo a investigação, Aramburu tomava uma bebida tarde da noite com o amigo e também ex-jogador de rugby Shaun Hegarty no terraço do café Mabillon, em 19 de março de 2022.

Le Priol, Bouvier e Lyson Rochemir, de 29 anos, então namorada de Le Priol e que também está sendo julgada por tentativa de homicídio, estavam em uma mesa próxima.

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Fontes consultadas

  • Folha Esportelink

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