O tema tem gerado preocupação entre os clubes, que veem risco de terem suas receitas afetadas por iniciativas do tipo – há outras, também, nos âmbitos estadual e federal.
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O encontro reuniu 40 pessoas ligadas aos departamentos de marketing, comunicação e jurídico dos clubes, além de executivos de cinco empresas de apostas.
Há a previsão de que um projeto seja votado em primeira discussão na Câmara Municipal de São Paulo na próxima semana – com expectativa de aprovação por margem segura.
A proposta, do vereador João Jorge (MDB), prevê a proibição de propaganda de operadoras de apostas em “eventos organizados por entidades públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos, amadores ou profissionais, realizados no Município de São Paulo, em espaços públicos ou privados” e que ela se aplica a, “no mínimo”, placas, faixas e painéis em praças esportivas.
Os participantes ainda vão definir as movimentações em resposta a esses projetos, mas a realização de campanhas educativas e ações coletivas estão na pauta. Há, também, articulação com líderes políticos.
O projeto paulistano já está pronto para ser votado após ser analisado por comissões da Câmara, todas com pareceres favoráveis. Ele precisa ser aprovado pela maioria simples em duas discussões antes de ir para sanção do prefeito Ricardo Nunes (MDB).
Segundo apurou o ge, o plano é que, após a aprovação em primeira discussão, sejam realizadas audiências públicas para ajustes ao texto. A interpretação, hoje, é de que ele não veta propaganda nas camisas dos clubes, mas há vereadores que pretendem endurecer a proposta.
Em números
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