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Empreendedorismo Revisado por ULTRA AI

Ela largou a carreira em Relações Internacionais para costurar e hoje fatura R$ 80 mil

Modelo combina aulas presenciais e plataforma digital para escalar a receita com baixo investimento inicial.

3 min de leitura
Ela largou a carreira em Relações Internacionais para costurar e hoje fatura R$ 80 mil

Uma infância simples, marcada pela curiosidade por trabalhos manuais, foi o ponto de partida para o negócio que hoje sustenta um ateliê de costura em Brazlândia, no Distrito Federal.

A trajetória, que começou ainda na infância, evoluiu com estudo técnico, experiência em ensino e, mais tarde, a criação de um negócio em parceria com o marido, Augusto Azevedo.

Filha de uma trabalhadora doméstica, Priscila cresceu frequentando as casas onde a mãe trabalhava. Foi nesse ambiente que passou a observar detalhes de peças decorativas e trabalhos manuais, despertando o interesse por criar.

A necessidade também teve papel importante. Vivendo no entorno de Brasília, ela começou a modificar as próprias roupas, mesmo sem técnica.

A virada aconteceu quando ganhou uma máquina de costura.

Na época, Priscila cursava Relações Internacionais, mas decidiu mudar de rumo para investir na nova paixão.

Determinada a se profissionalizar, Priscila buscou um curso técnico de costura. O desempenho chamou atenção e ela acabou se tornando professora.

Dar aulas trouxe um novo propósito: ajudar outras pessoas a transformar ideias em peças reais. Essa experiência foi fundamental para o próximo passo, a abertura do próprio negócio.

Negócio em casal começou com investimento baixo.

Parte do valor veio de um empréstimo feito com alunas. O dinheiro foi usado para despesas iniciais, como caução e materiais básicos.

Apesar do risco, o empreendimento cresceu rapidamente. Augusto deixou o emprego formal para se dedicar integralmente à escola.

Hoje, a gestão é compartilhada. Priscila lidera a parte criativa, enquanto Augusto cuida da administração, logística e finanças.

O negócio inclui ensino presencial e digital.

As aulas vão desde técnicas básicas, como pregar botões, até conteúdos mais avançados de modelagem e costura criativa.

O público é diverso e inclui alunos de 12 a 80 anos.

A presença online se tornou um dos principais motores do crescimento. Desde 2018, o casal produz conteúdos e cursos para plataformas digitais, ampliando o alcance da escola.

O modelo funciona como uma espécie de assinatura, com acesso a uma biblioteca de cursos, o que permite escalar o negócio sem depender exclusivamente do espaço físico.

A escola foi pensada para ir além do ensino técnico. O ambiente, inspirado em elementos lúdicos, reforça a proposta de transformar a costura em uma experiência criativa.

Para Priscila, costureiras desempenham um papel simbólico importante.

Alunos relatam evolução progressiva e ganho de confiança ao longo das aulas, ao enfrentar desafios cada vez mais complexos.

A parceria entre Priscila e Augusto é um dos pilares do empreendimento. O casal destaca a importância do diálogo e da divisão de responsabilidades para manter o negócio saudável.

A combinação de criatividade e organização, somada ao apoio mútuo, ajudou a transformar uma habilidade manual em um negócio estruturado e em crescimento.

Apesar do sucesso, a estratégia não inclui expansão por meio de franquias. O foco está no crescimento digital, com novos cursos e a criação de um estúdio dedicado à produção de conteúdo.

Assim, a história que começou com roupas de boneca e improviso segue em expansão, alinhavando novos caminhos no empreendedorismo criativo.

Em números

  • Ela largou a carreira em Relações Internacionais para costurar e hoje fatura R$ 80 mil

Fontes

Informação baseada em material público de G1 Empreendedorismo, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • G1 Empreendedorismolink