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Economia Revisado por ULTRA AI

Zhu Rongji arquitetou entrada da China na OMC e iniciou projeto da superpotência econômica

Premiê entre 1998 e 2003 morreu nesta quarta-feira (12) aos 97 anos e liderou grandes reformas econômicas

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Economia — imagem padrão

Zhu Rongji, que morreu aos 97 anos, foi um dos líderes chineses mais importantes desde a revolução comunista de 1949. Ao lado de Jiang Zemin, o líder a quem serviu, arquitetou a entrada da China na OMC (Organização Mundial do Comércio), em 2001, e lançou as bases para que o país emergisse como uma superpotência econômica.

Zhu foi primeiro-ministro da China de 1998 a 2003, cargo que lhe conferia responsabilidade geral pela economia. Também integrou o Comitê Permanente do Politburo, a cúpula do poder do Partido Comunista Chinês, de 1992 a 2002.

Ele tinha um tipo de carisma pessoal raramente visto no topo do poder chinês, onde a retórica insípida e os pronunciamentos vagos são a regra. Muitos chineses que viveram os anos em que o "chefe Zhu" exercia o poder sabiam citar seus aforismos mais incisivos.

Em sua primeira entrevista coletiva como primeiro-ministro, em 1998, apresentou seu manifesto para uma nova era de reformas em palavras que muitos funcionários —e até taxistas de pequenas cidades do interior— logo aprenderam de cor.

Não importa o que haja pela frente, um campo minado ou um abismo, não hesitarei e abrirei meu próprio caminho, dedicando-me inteiramente ao meu povo e ao meu país até o último dia de minha vida", afirmou.

Direto, impaciente e muitas vezes mordaz, ele combateu a corrupção. Um problema específico que despertava sua ira era a chamada "construção de tofu", expressão usada para designar edifícios tão fragilizados pelo desvio de recursos públicos que corriam o risco de desabar.

Ele não se desculpava por suas explosões públicas de raiva.

Sim, eu bato na mesa e encaro as pessoas com severidade. Se não puder fazer isso, é melhor virar um vegetal.

Fontes

Informação baseada em material público de Folha Mercado, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Folha Mercadolink

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