O conceito combina inteligência artificial, ciência de dados e conhecimento especializado de negócios para transformar grandes volumes de informação em aumento de receita, redução de custos e diminuição de riscos.
A companhia parte da constatação de que, depois de anos investindo na coleta e organização de dados e, mais recentemente, na inteligência artificial, muitas empresas ainda enfrentam dificuldades para transformar essa infraestrutura em ganhos concretos.
O CEO da WeCogno, Jhonata Emerick É esse problema que a WeCogno quer atacar.
Nos últimos anos, o mercado brasileiro investiu fortemente em infraestrutura de dados e, na sequência, entrou na corrida pela inteligência artificial. Agora existe um próximo passo: fazer com que essas tecnologias realmente pensem com as empresas.
No mundo do Big Data, ter informação não significa necessariamente ter conhecimento", afirma Jhonata Emerick, CEO da WeCogno.
A empresa nasce a partir da estrutura e do know-how da Datarisk em quase dez anos de atuação em inteligência artificial e ciência de dados. A WeCogno mira áreas nas quais decisões baseadas em dados têm impacto direto no resultado financeiro, como crédito, risco, marketing, operações, seguros, indústria e varejo.
Para a WeCogno, uma "cognitech" combina inteligência artificial, ciência de dados e conhecimento de negócio para transformar dados em conhecimento aplicável a problemas específicos.
Já a chamada "inteligência artificial cognitiva" busca interpretar essas informações considerando o contexto da empresa, identificando padrões e antecipando comportamentos para apoiar decisões estratégicas e gerar resultados mensuráveis.
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