Ir para o conteúdo
Economia Revisado por ULTRA AI

Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA caem na última semana

2 min de leitura
Economia — imagem padrão

20 Ago (Reuters) – O ⁠número de norte-americanos que ⁠solicitaram auxílio-desemprego diminuiu na semana passada, ‌sugerindo que o mercado de trabalho permanece estável apesar de uma ‌queda inesperada no número de empregos em julho.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 6. 000, para 206. 000 em dado com ajuste sazonal, ⁠na ‌semana encerrada em 15 ⁠de agosto, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira.

Economistas consultados pela Reuters previam 210. 000 pedidos para a última semana.

Alívio dura um dia e taxas do Tesouro Direto voltam a subir após intervenção nos EUA.

Taxas locais haviam caído após Tesouro americano anunciar ampliação de recompras de títulos, mas analistas duvidam de efeitos duradouros da medida.

Trump adverte sobre consequências econômicas para qualquer país que apoie o Irã.

Ele não especificou quais medidas ​concretas Washington tomaria contra tal ​país ⁠e não citou nenhum ⁠país pelo nome.

Os pedidos ​estão oscilando na faixa inferior do intervalo de 189. 000 a ​230. 000 para este ano, indicando que as demissões continuam baixas, mesmo com um ritmo moderado de contratações.

A taxa de ‌desemprego nos EUA recuou ​novamente no mês passado para 4,1%, um nível historicamente baixo.

A estabilidade do mercado de ⁠trabalho, aliada ​a ​sinais de inflação moderada, se mantida, poderia permitir ⁠que o Federal ​Reserve mantenha as taxas de juros inalteradas em setembro.

O número de pessoas ​que receberam auxílio-desemprego após a primeira semana de auxílio, um ​indicador ⁠de contratações, aumentou em 18 mil, para 1,799 ⁠milhão em dado ajustado sazonalmente, durante a semana encerrada em 8 de agosto, segundo o relatório de pedidos de auxílio-desemprego.

Fontes

Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • InfoMoneylink

Leia também

Mais em Economia