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Economia Revisado por ULTRA AI

Na TV, Flávio fala em “tesouraço”, mas não quantifica ajuste nas contas públicas

Candidato fala em reduzir ministérios, cargos e burocracia, mas evita quantificar em reais ou pontos do PIB o esforço fiscal de eventual governo

2 min de leitura
Economia — imagem padrão

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira (28), durante sabatina da TV Globo, que pretende fazer um ajuste fiscal caso seja eleito presidente, mas não detalhou qual seria o tamanho do esforço necessário para estabilizar a dívida pública nem apresentou uma meta em reais ou em pontos do PIB.

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O senador foi pressionado a explicar como pretende colocar as contas públicas em ordem. Flávio respondeu com uma lista de medidas, entre elas redução de ministérios, corte de cargos comissionados, revisão de normas e combate à corrupção, mas não quantificou o impacto dessas iniciativas.

Questionado sobre o patamar para o qual pretende levar a dívida, Flávio voltou a citar cortes na máquina pública.

Flávio diz que não recebeu recursos de Vorcaro e cobra investigação sobre Lula.

Em sabatina da TV Globo, candidato disse que relação com Daniel Vorcaro era restrita à produção, negou ter recebido recursos pessoalmente e cobrou investigação de contatos do banqueiro com o governo Lula.

No horário eleitoral, Derrite e Prado colam em Tarcísio, que evita Flávio Bolsonaro.

O primeiro programa foi ao ar nas emissoras de rádio às 7h e contou com propagandas para os cargos de senador, deputado estadual e governador.

O candidato relacionou o desequilíbrio fiscal ao nível elevado dos juros e tentou aproximar o tema da situação financeira das famílias, responsabilizando o atual governo do presidente Lula (PT).

Segundo ele, o aumento da dívida e dos gastos públicos pressiona a Selic e acaba encarecendo financiamentos e dívidas particulares. “Quanto sobe a taxa de juro, a taxa de juro do seu financiamento, do seu endividamento cresce junto”, afirmou.

Flávio também disse que não pretende fazer o ajuste sobre o salário mínimo ou os benefícios previdenciários.

Na sabatina, o candidato ainda afirmou que uma melhora da confiança após uma eventual vitória seria suficiente para contribuir para a queda dos juros.

Apesar das cobranças, Flávio não respondeu qual seria, em números, o ajuste fiscal pretendido nem em quanto tempo espera estabilizar a dívida pública.

Fontes consultadas

  • InfoMoneylink

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