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Economia Revisado por ULTRA AI

Mini-índice (WINV26): quais pontos definem o último pregão do mês?

Mini-índice (WINV26): Confira os pontos de suporte e resistência nesta segunda (31). Confira também os minicontratos.

4 min de leitura
Economia — imagem padrão

Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (28/08) em leve queda de 0,05%, aos 177. 640 pontos. O Ibovespa avançou 0,30%, aos 175.

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664,62 pontos, e completou a oitava alta consecutiva, acumulando ganho semanal de 3,06%. O índice chegou a recuar após o tom mais duro de Kevin Warsh elevar as apostas de alta dos juros nos Estados Unidos e pressionar Wall Street, mas virou no fim do pregão com o apoio de Petrobras (PETR3; PETR4), bancos e B3 (B3SA3).

No Brasil, o Caged abaixo do esperado e a alta dos juros futuros também mantiveram a cautela.

Para os traders de mini-índice, o foco estará na reação do mercado à perspectiva de juros mais altos nos Estados Unidos e no comportamento da curva doméstica. O desempenho de Petrobras e dos bancos será importante para indicar se o contrato acompanha uma possível nona alta do Ibovespa ou inicia uma correção, no último pregão de agosto.

No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com leve movimento negativo e entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mostra indefinição no curto prazo e aumenta a importância do rompimento das regiões mais próximas para determinar a direção do próximo movimento.

Para prolongar a baixa, considero necessária a entrada de fluxo vendedor suficiente para romper o suporte em 177. 595/176. 910 pontos. A perda dessa faixa poderá intensificar a pressão sobre o contrato e abrir caminho para 176.

395/175. 970 pontos. Em uma extensão do movimento negativo, o alvo mais longo estará em 175. 655/175. 095 pontos.

No sentido contrário, a retomada da alta dependerá da superação da resistência em 178. 415/179. 135 pontos. Confirmado o rompimento, o mini-índice poderá avançar em direção a 180.

050/180. 450 pontos. Acima dessa região, o objetivo mais longo estará em 181. 180/182. 090 pontos.

No gráfico diário, o mini-índice encerrou a última sessão em leve queda e formou o terceiro doji consecutivo. Na minha leitura, a sequência evidencia equilíbrio na disputa entre compradores e vendedores e reforça a falta de uma direção mais clara no curto prazo.

Apesar da indefinição, o contrato permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Para retomar o fluxo de alta, precisará superar a resistência em 179. 220/184.

Já a continuidade da baixa dependerá do rompimento dos suportes em 175. 430/167. 975/165. 250 pontos. Caso esses níveis sejam perdidos, o contrato poderá buscar 158.

715/154. 000 pontos. O IFR de 14 períodos está em 54,97 pontos.

No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão em queda, mas permaneceu acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Essa configuração ainda favorece os compradores, embora o contrato precise superar as resistências seguintes para renovar o fôlego da alta.

Para retomar o fluxo comprador, será necessária a entrada de volume suficiente para superar a resistência em 179. 220/180. 170 pontos. Acima dessa região, o mini-índice poderá buscar 182.

095/184. 425 pontos. Em uma extensão do movimento altista, os próximos objetivos estarão em 185. 660/186. 960 pontos.

000/170. 230 pontos. Em um movimento vendedor mais prolongado, os alvos seguintes estarão em 168. 555/167. 975 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T).

Fontes consultadas

  • InfoMoneylink

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