A indústria de pagamentos digitais pode aumentar sua relevância na eficiência energética. Essa otimização pode gerar economia de até 15%, a depender do cenário, estima a Akua, empresa de infraestrutura de tecnologia baseada em inteligência artificial e que atua no setor.
Na prática, isso significaria processar cerca de 1,18 milhão de transações com a mesma quantidade de energia hoje usada para realizar um milhão.
O crescimento do mercado de pagamentos digitais, a IA e a computação em nuvem têm feito crescer o consumo de energia. A IEA (Agência Internacional de Energia) estima que a demanda global de eletricidade necessária aos data centers deve dobrar até 2030.
A estimativa de redução de consumo de energia e otimização de processos em 15% toma como referência estudos da AWS, empresa da Amazon. Esses mostram que a infraestrutura em nuvem da empresa pode ser até 4,1 vezes mais eficiente em termos energéticos do que ambientes tradicionais.
A paytech lançou iniciativa batizada de Green Akua. Ela se propõe a medir, atribuir e buscar reduzir a pegada ambiental gerada pela infraestrutura que sustenta os pagamentos digitais.
A Green Akua se baseia em padrões internacionais como o GHG Protocol, em dados da AWS e em modelos desenvolvidos pela própria empresa. A plataforma se propõe a identificar qual cliente, serviço ou componente da infraestrutura gera maior impacto ambiental.
A ferramenta incorpora indicadores como emissões de CO₂ equivalente, consumo de energia, pegada hídrica e energia destinada à refrigeração de data centers.
Acreditamos que chegou o momento de incorporar uma nova variável à tomada de decisões: o impacto ambiental da infraestrutura que viabiliza cada transação", afirma Rodrigo Rodrigues, COO e cofundador da Akua.
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Em números
- Na prática, isso significaria processar cerca de 1,18 milhão de transações com a mesma quantidade de energia h
Fontes
Informação baseada em material público de Folha Mercado, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.