Azzas 2154 (AZZA3): Birman e Jatahy fecham acordo para separar Arezzo&Co e SOMA.
Bolsas dos EUA operam mistas com conflito tenso no Oriente Médio.
Investidores em Wall Street continuam de olho no movimento dos rendimentos dos títulos do Tesouro. O benchmark de 10 anos chegou a renovar uma máxima que vinha desde janeiro de 2025.
A Azzas 2154 comunicou nesta quarta-feira que seus acionistas Alexandre Birman e Roberto Jatahy firmaram acordo para uma reorganização societária do grupo. A revisão prevê a divisão dos atuais negócios em duas companhias abertas independentes e listadas no Novo Mercado da B3, com estruturas de administração e governança próprias — Arezzo&Co e SOMA, sendo a primeira liderada pelo bloco Birman e a segunda pelo bloco Jatahy.
A Arezzo&Co concentrará as marcas e operações de “Shoes & Bags”, incluindo Arezzo, Schutz, Anacapri, Vans, Alexandre Birman, Carol Bassi, bem como Hering e suas extensões.
A SOMA concentrará as marcas e operações de Animale, NV, Maria Filó e Cris Barros, Reserva e suas extensões, Oficina, Foxton.
A China observou que as partes tinham visões diferentes sobre as questões relevantes e lamenta profundamente que uma reunião do G20 não tenha conseguido emitir um comunicado, afirmou nesta quarta-feira um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês.
Os comentários foram feitos após o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter obtido, na terça-feira, o apoio de todos os líderes financeiros do G20, com exceção da China, para agir contra políticas “contrárias aos mercados” e distorções que causam dependência excessiva das exportações e prejudicam o crescimento em outros países.
O G20 deve se basear nos princípios do consenso, da participação igualitária, da objetividade e da equidade, afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, em uma coletiva de imprensa diária.
A expansão da gigante petrolífera norte-americana, anunciada nesta quarta-feira, é o resultado de vários meses de negociações conduzidas separadamente do anúncio de Washington sobre um acordo sem precedentes para assumir o controle majoritário de cerca de 65 bilhões de barris das reservas de petróleo da Venezuela.
A Venezuela possui as maiores reservas de petróleo do mundo, mas anos de má gestão, corrupção, subinvestimento e sanções dos EUA enfraqueceram gravemente seu setor petrolífero.
O Banco Central Europeu (BCE) não deve hesitar em fazer mais aumentos nas taxas de juros caso a inflação “comece a seguir na direção errada”, afirmou Gabriel Makhlouf, membro do Conselho do BCE, ao Financial Times em entrevista publicada nesta quarta-feira.
Makhlouf afirmou que a decisão do banco central na próxima semana não será uma surpresa, acrescentando que espera que o BCE também aumente “ligeiramente” sua previsão de crescimento para a zona do euro neste ano.
A Bradsaúde (SAUD3) comunicou nesta quarta-feira que a sua controlada indireta Atlântica, voltada ao investimento em hospitais, firmou acordo de investimento com a Rede D’Or (RDOR3) para inclusão do Hospital Biocor na parceria “Atlântica D’Or”.
A gestão médica do hospital, localizado na cidade de Nova Lima, em Minas Gerais, será de responsabilidade da Rede D’Or. A conclusão da transação depende de certas condições usuais em operações desta natureza, incluindo as devidas aprovações regulatórias.
Composição do PIB do segundo trimestre revela enfraquecimento de motores importantes da economia e acende alerta para a dependência do agro, avalia Juliana Trece, coordenadora de Contas Nacionais do FGV Ibre.
John C. Williams é presidente do Federal Reserve de Nova York e fala à CNBC.
O Banco do Japão discutirá um aumento das taxas de juros, inclusive já na sua reunião de setembro, com foco na possibilidade de os riscos inflacionários estarem se intensificando, afirmou o presidente da instituição, Kazuo Ueda, nesta terça-feira, sinalizando uma forte possibilidade de um aumento neste mês.
As declarações vieram na esteira de um comunicado do Departamento do Tesouro dos EUA, informando que o secretário Scott Bessent se reuniu com Ueda e pediu medidas monetárias “decisivas” para combater a desvalorização do iene — reforçando argumentos a favor de um aumento das taxas de juros no Japão neste mês.
Embora tenha evitado se comprometer antecipadamente com um aumento em setembro, Ueda disse que esperava discutir com o conselho, ainda este mês, se a probabilidade de o cenário econômico do Banco do Japão se concretizar estava aumentando e se os riscos de alta nos preços estavam crescendo — ambos pré-requisitos para novos aumentos nas taxas.
update 9h18 DIs: juros futuros abrem dia com baixas por toda a curva Taxa (%)Variação (pp)DI1F2713,580-0,005DI1F2813,710-0,050DI1F2914,030-0,080DI1F3114,320-0,070DI1F3214,405-0,060DI1F3314,425-0,070DI1F3514,435-0,055 update 9h16 Por maioria, TSE decide que deepfake deve ter grau de realismo Maioria acompanhou o voto do relator, o presidente Nunes Marques.
A produção industrial brasileira teve alta de 0,20% em julho na comparação com o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.
Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a produção recuou 0,50%. As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de alta de 0,60% na variação mensal e de estagnação na base anual.
A indústria de carne bovina do Brasil continua trabalhando para reincluir o Brasil entre os países aptos a exportar o produto para a União Europeia, depois de garantias oficiais do Ministério da Agricultura já terem sido apresentadas, disse a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) nesta quarta-feira.
A UE confirmou na véspera que suspenderá as importações de carnes do Brasil a partir de 3 de setembro, citando que o país não conseguiu garantir o cumprimento de suas normas sobre o uso de substâncias antimicrobianas.
A retirada do Brasil da lista de países aptos a exportar determinados produtos de origem animal para o bloco foi divulgada inicialmente em maio. Segundo a Abiec, já está em execução pela cadeia de carne bovina brasileira um protocolo privado de controle sobre o uso de antimicrobianos, que foi desenvolvido em parceria com outras entidades.
update 8h52 Relatora diz que há acordo com governo e MP das blusinhas deve ser votada nesta 4ª Um dos maiores pontos de impasse, a exclusividade dos Correios nas entregas internacionais, não foi incluído no relatório final.
O presidente da China, Xi Jinping, pediu nesta quarta-feira que se rejeite a “interferência externa” no Oriente Médio e afirmou que as potências externas deveriam abandonar os dois pesos e duas medidas na região, segundo reportagem da agência de notícias estatal chinesa Xinhua.
Xi fez essas declarações durante conversas com o presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi, no Cairo, de acordo com a Xinhua.
O cronograma preliminar prevê a aprovação da proposta pelo conselho e a convocação da AGE na segunda quinzena de novembro de 2026.
O Banco Central informou nesta quarta-feira que as medidas em preparação em resposta à elevada participação das modalidades de crédito mais onerosas na composição da dívida das famílias visam garantir o reconhecimento tempestivo dos riscos.
Na ata da última reunião do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef), o BC afirmou que as medidas também têm como objetivo promover “o acúmulo gradual de capital e condições mais sustentáveis de oferta de crédito aos tomadores”.
Autoridades BC já haviam apontado os saldos rotativos de cartões de crédito e os empréstimos pessoais sem garantia como áreas de preocupação. A Reuters informou na semana passada que o BC está estudando uma série de medidas para conter o endividamento da população, mas planeja primeiro implementar limites para os bancos antes de se debruçar sobre um eventual teto para o comprometimento de renda das famílias com o pagamento de dívidas, disseram duas fontes com conhecimento do assunto.
O aumento da alavancagem dos consumidores ressalta as crescentes pressões sobre as finanças das famílias, apesar da elevação da renda e do desemprego historicamente baixo, reforçando as preocupações de que anos de rápida expansão do crédito e custos elevados de empréstimos estejam corroendo o poder de compra dos consumidores.
update 8h35 Liquidação de títulos se intensifica com temores sobre preços do petróleo e dívida Os títulos globais continuavam em queda nesta quarta-feira, levando os custos dos empréstimos a máximas em várias décadas uma vez que o conflito no Oriente Médio eleva os preços da energia e agrava as preocupações com a inflação, somadas às inquietações com o aumento vertiginoso da dívida pública.
Os rendimentos dos títulos soberanos são um ponto de referência para os preços dos ativos nos mercados financeiros, e o aumento do custo do dinheiro significa taxas de hipotecas mais altas para os consumidores e escolhas difíceis para os gastos públicos, à medida que os custos de financiamento sobem.
O rendimento do Treasury de 10 anos — que define o tom para os custos de financiamento em toda a economia mundial — atingiu o maior nível em três anos. Ele está se aproximando da marca de 5%, o que pode desestabilizar os mercados acionários, já bastante nervosos.
Segundo ela, o brasileiro está diante de duas escolhas muito claras nestas eleições e o atual governo não consegue passar credibilidade ao mercado financeir.
Membro do conselho de política monetária do Banco do Japão (BoJ) Hajime Takata defendeu uma abordagem flexível para o aumento das taxas de juros, afirmando que a meta de inflação foi praticamente atingida e que o risco de superaquecimento dos preços está aumentando.
Em um discurso para líderes empresariais nesta quarta-feira, 2, ele disse que este ano representa uma “mudança de regime”, na qual os aumentos das taxas não são realizados em um ritmo fixo, mas sim “conduzidos de maneira ágil e dependente de dados, em resposta ao ambiente econômico e de preços doméstico, refletindo particularmente as tendências externas”.
Takata, considerado um dos membros mais favoráveis a uma política monetária mais restritiva, propôs elevar a taxa básica de juros para 1,25% na reunião de julho.
A proposta foi rejeitada por 8 votos a 1, mantendo a taxa em 1%, patamar em que se encontra desde junho. (Estadão Conteúdo).
Ele defendeu que a equipe econômica está trabalhando com equilíbrio.
Projeto já foi aprovado na Câmara dos Deputado e aguarda análise pelos senadores.
update 8h22 Autoridades do Japão prometem monitorar iene em meio ao aumento do temor com a inflação Autoridades financeiras do Japão se comprometeram a monitorar de perto o iene, afirmando que a estabilidade do mercado cambial é crucial tanto para a inflação do país quanto para a economia global.
A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, disse que uma intervenção cambial coordenada “ajuda a sustentar a estabilidade dos mercados e das economias globais”, após a reunião de autoridades financeiras do G20.
No encontro, Katayama afirmou ter explicado as ações do governo japonês no mercado de câmbio – realizadas em coordenação com os EUA – e que nenhum dos chefes financeiros globais manifestou discordância.
O presidente do Banco do Japão (BoJ), Kazuo Ueda, destacou que os indicadores econômicos recentes estão alinhados com as projeções do banco central, reiterando sua posição de considerar novos aumentos nas taxas de juros com base nas condições econômicas, de preços e financeiras.
Ele mencionou que, com a inflação subjacente do Japão próxima da meta de 2% do BoJ, o banco deve ser mais cauteloso quanto à possibilidade de a inflação superar a meta.
Governadora Celina Leão havia solicitado encontro com Durigan para dar continuidade às tratativas da estruturação da operação de crédito.
Indagado sobre uma eventual nova reforma da Previdência, o porta-voz econômico da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira, 1º, que o debate sobre assunto precisa contemplar a questão da desigualdade.
Tem que fazer um ajuste nisso, não estamos querendo muito, é preciso aumentar um pouco essa idade”, disse o ministro da Fazenda, durante debate sobre economia na GloboNews com assessores das campanhas presidenciais.
Trazendo esse debate, a gente precisa encarar o debate da Previdência nos próximos anos”, afirmou Durigan. (Estadão Conteúdo).
Os preços do petróleo operam perto da estabilidade, com o aumento das tensões no Oriente Médio após os EUA realizarem sua mais recente rodada de ataques contra o Irã, enquanto Teerã teria retaliado contra os aliados regionais de Washington.
As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com o aumento dos custos do carvão metalúrgico pressionando as margens das siderúrgicas e o crescimento dos estoques portuários evidenciando a ampla oferta.
Os mercados acionários da Ásia-Pacífico fecharam em forte baixa, pressionados pelo aumento das tensões no Oriente Médio e pelo impacto da alta do petróleo sobre as perspectivas de inflação.
O movimento também foi acompanhado por uma forte alta dos rendimentos dos títulos públicos, aumentando a cautela dos investidores. No Japão, o Nikkei 225 caiu 2,85%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, recuou 4%.
Na Austrália, o S&P/ASX 200 perdeu 0,97%, e o CSI 300, que reúne as principais ações negociadas em Xangai e Shenzhen, fechou em baixa de 1,38%.
As ações europeias caíram para o menor nível em um mês nesta quarta-feira, pressionadas por uma queda no mercado global de títulos já que as tensões crescentes no Oriente Médio alimentavam preocupações com a inflação devido aos preços da energia.
A Europa é vista como especialmente vulnerável ao conflito que já dura meses, dada sua dependência das importações de energia, mas os sólidos resultados financeiros durante a última temporada de divulgação de balanços foram um alívio para os investidores e amorteceram parte das perdas do STOXX, diante de sinais de que as empresas estavam se saindo melhor do que o esperado.
Os índices futuros de Nova York operam em baixa nesta quarta-feira (2), enquanto investidores monitoram a alta do petróleo e seus impactos sobre a inflação e os juros.
No radar do mercado estão os dados de emprego privado da ADP referentes a agosto, além dos lucros da indústria e do Livro Bege do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).
Novos ataques aéreos dos Estados Unidos contra o Irã levaram os preços do petróleo aos níveis mais altos em cinco semanas nesta quarta-feira, dia em que o mercado nacional acompanha nova pesquisa eleitoral.
A alta do petróleo alimenta preocupações com a inflação e prolonga a liquidação nos mercados globais de títulos nesta sessão. Os EUA atingiram alvos militares iranianos nas proximidades do Estreito de Ormuz, enquanto Teerã afirmou ter atacado ativos norte-americanos em toda a região, no que foi a troca de ataques mais significativa das últimas semanas.
A escalada da tensão no Oriente Médio e as vendas de títulos deram a setembro um início turbulento, aumentando a pressão sobre os mercados poucos dias após comentários hawkish do chair do Federal Reserve, Kevin Warsh, levarem investidores a ampliar as apostas em uma nova alta dos juros nos EUA.
Na agenda nacional, nova pesquisa Quaest de intenção de voto para presidente na eleição de outubro será divulgada às 10h15. A pesquisa foi contratada pela Globo e pelo jornal O Globo.
O Irã e seus vizinhos árabes voltaram a mergulhar na guerra nesta quarta-feira em meio ao maior confronto armado entre Teerã e Washington desde julho, com as forças norte-americanas atacando a costa sul do Irã e o Irã disparando contra bases norte-americanas em toda a região.
Os Estados Unidos ameaçaram com ataques ainda mais devastadores. O Irã acusou Washington de atingir uma festa de casamento, matando cinco pessoas e ferindo dezenas.
As bolsas asiáticas e europeias caíram após os novos ataques aéreos dos EUA, que empurraram os preços do petróleo de volta a níveis não vistos desde julho, agravando o impacto econômico de uma onda global de vendas de títulos, já que o abalo no abastecimento de energia alimenta a inflação em todo o mundo.
O Comando Central das Forças Armadas dos EUA informou ter atacado, na terça-feira, as defesas aéreas da Guarda Revolucionária Islâmica, sistemas de radar, recursos marítimos, recursos de colocação de minas e instalações de comunicação.
A mídia iraniana noticiou ataques a vários alvos próximos ao Estreito de Ormuz — a estreita via navegável onde Teerã tem ameaçado petroleiros que tentam passar sem sua permissão.
O Irã respondeu atacando o que afirmou serem alvos dos EUA no Barein, Jordânia, Kuwait e Iraque, e declarou que seu objetivo agora é expulsar as forças norte-americanas da vasta rede de bases militares que elas mantêm há décadas em todo o Oriente Médio.
Investidores em Wall Street seguiram pessimistas após a alta das tensões no Oriente Médio, com Irã e EUA trocando ataques e sem uma possibilidade de diplomacia em vista.
O petróleo e os Treasuries subiram, numa conjunção de ampliação dos temores de inflação. “O mercado está demonstrando sinais de nervosismo em inúmeros indicadores”, escreveram em nota reproduzida pela CNBC os operadores do Goldman Sachs, referindo-se aos novos dados da Pesquisa de Sentimento da Associação Americana de Investidores Individuais.
O dólar comercial emendou a segunda baixa seguida frente ao real. O movimento foi na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,26%, aos 99,69 pontos.
Em números
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