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Economia Revisado por ULTRA AI

Gerdua (GGBR4): Goldman Sachs vê menos espaço para alta e corta recomendação

Banco avalia que espaço para novas revisões positivas nos resultados da siderúrgica está mais limitado após a forte alta dos papéis

2 min de leitura
Economia — imagem padrão

O Goldman Sachs cortou a recomendação para as ações da Gerdau (GGBR4) de compra para neutra, avaliando que o espaço para novas revisões positivas nos resultados da siderúrgica está mais limitado após a forte alta dos papéis e a melhora das estimativas para os lucros.

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Para o banco, porém, os atuais níveis de rentabilidade já começam a estimular o aumento das importações de aço nos Estados Unidos, limitando o espaço para novas altas de preços.

Além disso, uma nova capacidade de produção de aços longos no México deve entrar em operação no quarto trimestre de 2026, aumentando a oferta na região.

Leia mais: Bom para Vale, neutro para Gerdau, diz Morgan sobre possível compra de Porto Sudeste No Brasil, o potencial de melhora também é considerado limitado, já que uma demanda mais fraca tende a compensar parte dos ganhos de custos esperados com o aumento da produção de minério de ferro em 2027.

Outro risco apontado pelo Goldman é uma eventual mudança na política comercial dos Estados Unidos. Os preços e prêmios do aço no país têm sido sustentados por tarifas de 50% sobre produtos e produtores globais, e uma flexibilização dessas medidas poderia pressionar os resultados da Gerdau.

Apesar do corte, o Goldman destaca que a operação da Gerdau na América do Norte continua sendo responsável pela maior parte do EBITDA consolidado, com participação estimada entre 76% e 65% de 2026 a 2028.

A ação também negocia com desconto de cerca de 50% em relação aos pares.

O banco avalia que uma eventual reprecificação da ação poderia representar um potencial de alta, mas não espera que isso aconteça no ambiente atual. As ações GGBR4 acumulam alta de 37% desde a inclusão da companhia na lista de recomendações de compra para as Américas do Goldman, em fevereiro de 2024.

Fontes

Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • InfoMoneylink

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