Os dados são da Bain & Company, consultoria de gestão estratégica que, ao lado da McKinsey e Boston Consulting, está entre as chamadas Big Three (três grandes) do mercado.
É um movimento que pode ser associado à maior seletividade dos investidores.
O estudo mostra que as empresas à frente das fusões e aquisições são as mesmas pressionadas a investir em inteligência artificial, o que gera disputa interna por capital, atenção de executivos e capacidade de execução.
Os dados mostram que o mercado voltou a conviver com operações de grande porte, mas agora em um contexto muito mais exigente do ponto de vista de execução", afirma Luis Frota, sócio da Bain & Company e líder de Banking e M&A na América do Sul.
Não se trata apenas de fazer o deal certo, mas de integrar rápido, capturar sinergias e preservar espaço para investir na transformação do negócio. A agenda de IA elevou a complexidade das aquisições e mudou o que separa vencedores de perdedores.
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