O porta-voz econômico da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Dario Durigan, admitiu que a atual taxa de juros é um problema, mas disse que não se pode trazer elementos políticos para confundir a população.
Daniella: Plano de Flávio se compromete em cortar privilégios e conter despesas.
Segundo ela, o brasileiro está diante de duas escolhas muito claras nestas eleições e o atual governo não consegue passar credibilidade ao mercado financeir.
Empresas vão cortar investimento ao mínimo em 2027 por conta dos juros, espera Fitch.
Agência de classificação de risco vê setores com mais dificuldades em 2027 e custo financeiro pesando apesar de resultados operacionais ainda positivos.
Indagado sobre uma crise no varejo, Durigan afirmou que não se pode querer estender como uma grande crise algo que tem explicações para cada setor, e argumentou que há mudanças nos hábitos de consumo no varejo, com a expansão das compras online.
O atual ministro da Fazenda considerou que o Desenrola, programa de renegociação de dívidas, é um pontual. “É um programa pontual importante, que inclusive estão prometendo também que vão fazer programas como os nossos.”.
Segundo ele, há evidências de que as pessoas estão com dificuldade de sair do endividamento em razão do pagamento de juros do cartão de crédito e do cheque especial, por exemplo.
Nós estamos pontualmente oferecendo saída.”.
Para as empresas, ele citou que foi oferecido crédito a juros mais baixos. “E essas são as medidas possíveis de serem feitas, que já foram apresentadas por esse governo”, defendeu.
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