O Ibovespa encerrou a última sessão em forte alta de 1,55%, aos 174. 576 pontos, completando o quinto avanço consecutivo. Durante o pregão, o índice oscilou entre a mínima de 171.
178 pontos e a máxima de 174. 784 pontos.
Na minha leitura, o fechamento próximo da máxima reforça o domínio do fluxo comprador e dá maior consistência ao movimento de recuperação. A sequência positiva também produziu uma melhora relevante na configuração técnica, embora o índice ainda precise superar novas resistências para ampliar a alta.
No gráfico diário, observo que o Ibovespa passou a negociar acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Para dar continuidade ao avanço, considero necessária a entrada de força compradora capaz de superar as resistências em 180.
680/187. 780 pontos. Acima dessa região, os próximos objetivos estarão em 192. 890/199. 354 pontos.
Na direção contrária, acompanho a região das médias e dos suportes em 170. 575/164. 835/161. 745 pontos. A perda dessa faixa poderá enfraquecer a recuperação e recolocar o índice no fluxo de baixa, com possibilidade de queda até 157.
000 pontos e, em um movimento mais prolongado, 153. 570 pontos. O IFR (14) está em 58,10 pontos, permanecendo em região neutra.
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa também encerrou acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, reforçando o viés positivo no curto prazo. Para manter o movimento de alta, acompanho o rompimento da resistência em 176.
Caso essa faixa seja superada com entrada de fluxo comprador, os próximos alvos estarão em 180. 940/182. 870 pontos e, posteriormente, em 185. 585/188. 165 pontos.
Para retomar o movimento de baixa, o índice precisa perder a região das médias e dos suportes em 173. 100/169. 330/166. 200 pontos. Um rompimento acompanhado de maior volume vendedor poderá levar o Ibovespa em direção a 164.
835/164. 090 pontos, com um objetivo mais longo em 163. 570/161. 745 pontos.
Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (25/08) em alta de 1,63%, aos 177. 465 pontos.
Na minha leitura, o mini-índice ganhou força compradora e encerrou acima das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. Para ampliar o movimento positivo, precisará superar a primeira resistência em 177.
770/178. 895 pontos. Já a perda do suporte em 177. 275/176. 875 pontos poderá abrir espaço para uma correção.
No gráfico de 60 minutos, o contrato terminou acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, reforçando a configuração positiva.
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Já no gráfico de 60 minutos, o minidólar negocia entre as médias curtas, configuração que indica maior equilíbrio e deixa o próximo movimento condicionado ao rompimento das regiões técnicas mais próximas.
No gráfico diário, observo que o BITQ26 iniciou um movimento corretivo após acumular seis altas consecutivas. Apesar do recuo, o contrato permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, com afastamento considerável em relação a elas, evidenciando que o movimento recente ainda está esticado.
O IFR (14) está em 79,67 pontos, dentro da região de sobrecompra. Na minha avaliação, a combinação entre a sequência de altas, o distanciamento das médias e o IFR elevado mantém aberto o risco de continuidade da correção no curto prazo.
Para ampliar o fluxo de baixa, considero necessária a perda do suporte em 395. 200/381. 480 pontos. O rompimento dessa faixa poderá intensificar a pressão vendedora e abrir espaço para uma correção em direção a 364.
260/346. 780 pontos e, em um movimento mais prolongado, a 321. 040/308. 250 pontos.
No campo positivo, a retomada da alta dependerá do rompimento da resistência em 408. 340/424. 600 pontos. Acima dessa região, o fluxo comprador poderá ganhar força para buscar 450.
515/465. 940 pontos, com alvo mais longo em 506. 990/574. 690 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T).
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Fontes
Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.