Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (25/08) em alta de 1,63%, aos 177. 465 pontos. O Ibovespa avançou 1,55%, aos 174.
576,80 pontos, e completou a quinta alta consecutiva, impulsionado principalmente por Vale (VALE3) e bancos. No exterior, Wall Street e as bolsas europeias subiram com o recuo dos rendimentos dos Treasuries e do petróleo.
No Brasil, a queda dos juros futuros também favoreceu o índice, enquanto Petrobras (PETR3; PETR4) e PRIO (PRIO3) recuaram acompanhando a baixa da commodity.
Para os traders de mini-índice, o foco nesta quarta-feira estará no IPCA-15, com previsão de deflação de 0,30%, além da nova estimativa do PIB dos Estados Unidos e do PCE.
A repercussão do balanço da Nvidia (NVDC34) e o desempenho de Vale e dos bancos deverão indicar se o contrato sustenta a recuperação, enquanto os riscos fiscal e eleitoral e a saída de investidores estrangeiros permanecem como fatores de cautela.
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com forte movimento positivo e acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Esse posicionamento mantém os compradores em vantagem no curto prazo, embora a continuidade da alta dependa do rompimento das resistências mais próximas.
Para prolongar o fluxo comprador, considero necessária a superação da resistência em 177. 770/178. 895 pontos. Confirmado o rompimento, o contrato poderá avançar em direção a 180.
050/180. 450 pontos. Em uma extensão do movimento positivo, o alvo mais longo estará em 181. 180/182. 090 pontos.
No sentido contrário, a retomada da baixa dependerá da entrada de fluxo vendedor suficiente para romper o suporte em 177. 275/176. 875 pontos. A perda dessa faixa poderá ampliar a correção e abrir caminho para 176.
065/175. 300 pontos. Caso a pressão negativa ganhe intensidade, o alvo seguinte estará em 170. 230/169. 310 pontos.
No gráfico diário, o mini-índice encerrou a última sessão em alta e segue ganhando força compradora. O contrato passou a negociar acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que favorece a continuidade da recuperação.
Para prolongar o movimento de alta, o mini-índice precisará superar a região de resistência em 177. 770/184. 425 pontos. Acima dessa faixa, o objetivo inicial estará em 185.
Já a retomada da baixa dependerá do rompimento dos suportes em 173. 780/167. 975/165. 250 pontos. Caso essa região seja perdida, o contrato poderá buscar 158. 715/154.
000 pontos. O IFR de 14 períodos está em 54,77 pontos.
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No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão em alta e acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Essa configuração reforça o domínio comprador e mantém o potencial de continuidade do movimento positivo.
Para avançar, será necessária a entrada de volume suficiente para superar a resistência em 177. 775/180. 170 pontos. Acima dessa faixa, o mini-índice poderá buscar 182.
000/170. 230 pontos. Em um movimento vendedor mais prolongado, os alvos seguintes estarão em 168. 555/167. 975 pontos.
(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T).
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Fontes
Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.