O Ibovespa encerrou a última sessão em leve queda de 0,10%, aos 166. 934 pontos, acumulando o nono recuo consecutivo. Durante o pregão, o índice oscilou entre a mínima de 164.
835 pontos e a máxima de 167. 099 pontos. Na minha leitura, a sequência negativa mantém o viés de baixa, mas a recuperação registrada após a mínima merece atenção.
No gráfico diário, observo que o Ibovespa formou um candle de martelo, configuração que pode favorecer um repique comprador nas próximas sessões, embora ainda dependa de confirmação.
O índice permanece abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, com distanciamento considerável, o que mantém o cenário técnico pressionado.
Para retomar a alta, considero necessária a entrada de força compradora capaz de superar as médias e a região de resistência em 167. 910/173. 630 pontos. Acima dessa faixa, os próximos objetivos estarão em 180.
Na direção contrária, a perda dos suportes em 164. 835/161. 745 pontos poderá ampliar o fluxo vendedor e levar o índice em direção a 157. 000 pontos, com um alvo mais longo em 153.
570 pontos. O IFR (14) está em 32,66 pontos, ainda em região neutra, mas próximo da zona de sobrevenda.
No gráfico de 60 minutos, apesar do resultado negativo da sessão, o Ibovespa reagiu no fim do pregão e encerrou acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. O movimento sinaliza uma tentativa de recuperação no curtíssimo prazo, embora o fluxo predominante ainda seja de baixa.
Para avançar, acompanho o rompimento da resistência em 168. 515/172. 595 pontos. Caso essa região seja superada com entrada de fluxo comprador, os próximos alvos estarão em 174.
300/179. 350 pontos e, posteriormente, em 182. 870 pontos.
Para dar continuidade à queda, o índice precisa perder o suporte em 164. 835/164. 090 pontos. Um rompimento acompanhado de maior volume vendedor poderá acelerar o movimento em direção a 163.
570/161. 745 pontos, com um objetivo mais longo em 160. 055/159. 700 pontos.
Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (14/08) em queda de 0,47%, aos 169. 975 pontos.
Na minha leitura, o mini-índice voltou a recuar, mas recuperou parte das perdas ao longo da sessão e terminou acima das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos.
A perda do primeiro suporte em 169. 755/168. 865 pontos poderá reforçar o fluxo vendedor, enquanto a superação da resistência em 170. 280/171. 240 pontos será necessária para ampliar a reação compradora.
No gráfico de 60 minutos, o contrato também encerrou acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração favorece uma tentativa de recuperação, mas a continuidade do movimento dependerá do rompimento das resistências mais próximas.
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O minidólar encerrou a última sessão com saldo positivo, mas perdeu força ao longo do pregão e terminou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos.
Para esta segunda-feira, considero o rompimento da resistência em 5. 248/5. 268,5 pontos necessário para a continuidade da alta, enquanto a perda do suporte em 5.
232/5. 221 pontos poderá favorecer uma retomada da pressão vendedora.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo negocia entre as médias de 9 e 21 períodos, cenário que exige confirmação antes da definição do próximo movimento.
No gráfico diário, observo que o BITQ26 voltou a recuar, mas ainda permanece dentro do movimento lateral registrado nas últimas sessões. O contrato negocia pouco abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, que também apresentam trajetória lateral, configuração que reforça a indefinição do cenário no curto prazo.
O IFR (14) está em 47,49 pontos, dentro da região neutra e sem indicar condições de sobrecompra ou sobrevenda.
Para dar continuidade ao fluxo de baixa, considero necessária a perda do suporte em 321. 040/308. 250 pontos. O rompimento dessa faixa poderá ampliar a pressão vendedora e abrir espaço para uma correção em direção a 297.
350/267. 590 pontos e, em um movimento mais prolongado, a 256. 920/247. 770 pontos.
No campo positivo, uma retomada mais consistente dependerá do rompimento da resistência em 346. 790/360. 400 pontos. Acima dessa região, o fluxo comprador poderá ganhar força para buscar 387.
205/405. 500 pontos, com alvo mais longo em 424. 610/450. 815 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T).
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Fontes
Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.