A Apple apresenta nesta quarta-feira (9) a nova geração do iPhone no primeiro grande evento da empresa após a troca de comando. A apresentação começa às 14h (horário de Brasília) e deve trazer os novos modelos do celular, além de uma possível estreia do primeiro iPhone dobrável.
O slogan escolhido para o evento é "Surpresa e brilho" ("Surprise and shine").
O lançamento será o primeiro conduzido por John Ternus, 51, que assumiu o cargo de CEO no início do mês, após 15 anos de gestão de Tim Cook. Engenheiro de hardware e veterano de 25 anos da Apple, Ternus chega ao comando justamente em um momento em que a companhia é pressionada a apresentar novos produtos e a avançar na corrida pela inteligência artificial.
A empresa não confirmou quais produtos serão anunciados, mas analistas e veículos especializados apostam que o iPhone dobrável será a estrela do evento. A expectativa também é mencionada pela Reuters, que ouviu analistas sobre o produto.
A Apple chegaria ao mercado de dobráveis quase sete anos depois de Samsung, Google e Huawei. Para analistas ouvidos pela Reuters, a entrada tardia pode favorecer a companhia, que teria acompanhado os problemas enfrentados pelos concorrentes, principalmente em relação à durabilidade da dobradiça e à marca deixada no meio da tela quando o aparelho é aberto.
Em junho, a Reuters revelou que mais de 200 mil arquivos roubados da Tata Electronics, fornecedora da Apple, haviam sido publicados na dark web (parte da internet que não é indexada nos mecanismos tradicionais de busca e precisa de sistemas próprios para acesso).
Entre os documentos estavam listas de componentes e fornecedores e fotografias de aparelhos submetidos a testes de queda que, segundo uma fonte ouvida pela agência, seriam do iPhone 18 Pro.
A expectativa é que a Apple também atualize os modelos premium tradicionais, incluindo o iPhone 18 Pro e o Pro Max, como costuma acontecer todo ano em setembro.
Segundo a Reuters, os modelos mais baratos e o sucessor do iPhone Air podem ficar para o primeiro semestre de 2027.
Em números
- Em junho, a Reuters revelou que mais de 200 mil arquivos roubados da Tata Electronics, fornecedor
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