O esquema de segurança para o Rock in Rio, que começa na semana que vem (4), terá um efetivo de 7. 680 homens — só da PM, serão 4,5 mil policiais. Uma novidade para esta edição é um centro de controle aéreo para monitorar drones.
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Representantes do governo estadual apresentaram esta sexta-feira (28) o planejamento de segurança para os dias do festival. “Vamos conseguir identificar aeronaves não tripuladas, ou seja, drones utilizados sem autorização”, disse o secretário de Segurança Pública, Victor Santos.
Carlos Oliveira, subsecretário de Planejamento e Integração Operacional da Polícia Civil, disse que 725 dos 1. 740 agentes mobilizados atuarão diretamente na Cidade do Rock.
A Polícia Civil também vai mobilizar agentes especializados no combate ao furto de aparelhos celulares. “Essas equipes estarão junto ao público que estiver assistindo ao show, de forma velada, e terão uma atuação direta junto aos possíveis autores de furtos dentro do local do evento, no entorno e fora da Cidade do Rock”, explicou Oliveira.
Gustavo Mostof, diretor de Relações Institucionais do Rock in Rio, afirmou que serão 1. 600 profissionais de segurança privada.
Ainda de acordo com a FGV, o evento deve gerar 33,9 mil empregos, sendo 22,8 mil diretos e 11,1 mil indiretos. A estimativa é de que o faturamento cresça 14% em relação à edição de 2024.
Para atender à demanda, a Prefeitura do Rio montou uma operação especial que inclui bloqueios de trânsito no entorno do Parque Olímpico a partir das 14h em todos os dias do festival.
O esquema foi detalhado nesta quinta-feira (27).
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A Secretaria Municipal de Ordem Pública atuará com 478 agentes por dia. As equipes estarão concentradas na fiscalização do sistema BRT, combate ao comércio irregular, repressão ao estacionamento em locais proibidos e fiscalização do transporte clandestino.
A Guarda Municipal terá efetivo distribuído no entorno da Cidade do Rock e em pontos estratégicos da cidade, como a Rodoviária do Rio, o Terminal Gentileza, os aeroportos Tom Jobim e Santos Dumont, o Píer Mauá e áreas turísticas.
Ao longo de toda a operação, serão empregados mais de 4,7 mil agentes.
O monitoramento contará com apoio de drones.
A Arena Carioca 1 reunirá uma central integrada de órgãos públicos, com representantes do Tribunal de Justiça de Grandes Eventos, Ministério Público, Defensoria Pública, Polícia Civil e do Centro de Operações Rio (COR).
O festival terá seis postos médicos e 16 ambulâncias à disposição do público. O Hospital Municipal Lourenço Jorge e o CER Barra terão reforço nas equipes de plantão durante os dias do evento.
A Secretaria Municipal de Saúde também realizará ações de vacinação em locais de grande circulação, como aeroportos e terminais rodoviários.
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Em números
- 680 homens — só da PM, serão 4,5 mil policiais
- Ainda de acordo com a FGV, o evento deve gerar 33,9 mil empregos, sendo 22,8 mil diretos e 11,1 mil indir
- Ao longo de toda a operação, serão empregados mais de 4,7 mil agentes
- Segurança para o Rock in Rio terá efetivo de 7,6 mil homens e até controle de drones