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Cultura Revisado por ULTRA AI

De Adele a Beyoncé: Quais artistas o Rock in Rio ainda sonha em levar para o festival?

Vice-presidente Artístico da Rock World, Zé Ricardo fala sobre torcida por ter cantora inglesa e Paul McCartney nos palcos do evento. Ele também quer retorno de

3 min de leitura
De Adele a Beyoncé: Quais artistas o Rock in Rio ainda sonha em levar para o festival?

Zé Ricardo fala de estratégia para 'pais não sofrerem' em dia jovem no Rock in Rio.

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Quem são as estrelas que o Rock in Rio ainda sonha em trazer para o festival? Apesar de já ter levado milhares de artistas para seus palcos ao longo dos anos, o festival ainda tem sua lista de desejos.

É tanta gente. Adele, Beyoncé, Rihanna... Tem muita gente. Mas pelo menos esse top 3 aí, são artistas que a gente tem muita vontade de trazer, que a gente batalha muito e que também querem tocar no festival, mas que precisa de muita logística", afirma Zé Ricardo, vice-presidente Artístico da Rock World (empresa que criou, organiza e produz o Rock in Rio e o The Town).

Beyoncé e Rihanna não seriam apresentações inéditas no festival, já que a primeira esteve no evento em 2013, enquanto a segunda, subiu ao palco do festival de 2015.

Adele falta ainda. Mas Adele não sei se ela quer", diz Zé, que ainda sonha com a presença de Paul McCartney.

É um cara que a gente sempre sonhou trazer e que sempre fica perto por dias, por meses. A gente já fez com ele em Lisboa, mas no Brasil ainda não.

O cantor britânico esteve no festival português em 2004.

Ao falar sobre a curadoria o festival, Zé Ricardo explica que ela é feita "cirurgicamente" e que tudo "tem uma narrativa e uma mensagem subliminar por trás.

Às vezes a gente consegue chegar no objetivo, às vezes a gente fica perto, às vezes a gente tenta. Mas a ideia é sempre propor.

Então estou propondo coisas para que o público que venha para o Rock in Rio saia com uma coisa que eles não tinham antes. Isso é muito importante. Se você comprar um ingresso e sair daqui com a mesma coisa que você tinha, meu trabalho foi ruim.

Em 2026, um desses planejamentos de palco que soma o fator proposta com a engenharia cirúrgica na curadoria envolve o dia 11 de setembro.

Nesta data, os headliners dos palcos Mundo e Sunset, respectivamente, são Stray Kids e Jamiroquai. Apesar de curiosa, a escolha de artistas de gêneros tão diferentes não foi por acaso.

E envolve dois pontos. O primeiro, é sobre uma proposta de trazer experiências diferentes nos dois palcos principais do festival.

Nesse dia, o Sunset é construído para ter um tipo de diálogo dedicado a Soul Music. E, o Palco Mundo, para ter um diálogo mais voltado para o K-pop. E ainda com a presença do Alok, que é um artista que encanta qualquer tipo de público.

O segundo ponto envolve o fator "família". E veio com aprendizado de outra edição: a de 2024, quando o Rock in Rio trouxe Travis Scott.

Quando eu fiz uma noite só de trap, os pais sofreram um pouco realmente. Eles ficaram sem um porto seguro. Aí eu repeti o Travis Scott no The Town por conta da imensa demanda que ele teve.

E aí coloquei a Lauryn Hill no The One, foi uma alegria.

Os pais deixavam de falar: 'Pô, vou ter que levar meu filho para ver o Travis' e falavam: 'E aí, filho, não quer ir ver o Travis, eu quero ver a Lauryn Hill.

Então, esse diálogo também existe. A gente sempre tenta trazer coisas que possam abraçar. Principalmente quando a gente tá falando com um time adolescente.

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Fontes consultadas

  • G1 Pop & Artelink

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