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Brasil Revisado por ULTRA AI

Seguranças de rua são presos por agredir ciclista até a morte no Rio

Vítima foi espancada por 9 minutos, com mais de 30 golpes na cabeça, chutes no tórax e na barriga. Seguranças desconfiaram que Cláudio Rafael Landeiro tinha fur

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Brasil — imagem padrão

A vítima foi espancada por 9 minutos, com mais de 30 golpes de porrete na cabeça, chutes no tórax e na barriga. Os seguranças desconfiaram que Cláudio Rafael tinha furtado a bicicleta que estava com ele.

O ciclista tinha saído de casa na noite do dia 11 deste mês, pedalando de Botafogo até a Rua Belford Roxo, em Copacabana, na zona sul da cidade a bike de sua irmã, como fazia habitualmente.

Em Copacabana, sem qualquer prova, os dois seguranças iniciaram uma abordagem à vítima. Um deles, Davi Santos Machado, com um porrete na mão, começou o interrogatório.

Perguntou se a bicicleta era de Cláudio Rafael. Por ter um transtorno psicológico, o jovem respondeu que não, sem conseguir completar a frase. “Não, é minha. é da minha irmã”, disse.

O outro segurança de rua, Jorge Luiz Ricardo Dias, tomou a bicicleta da vítima e a levou com ele. Cláudio tentou segurar a bicicleta, e foi espancado pela primeira vez por Davi.

Sozinha, a vítima foi até a Rua Felipe de Oliveira e ficou sentada na escadaria de um prédio.

Foi ali que começou a sessão de tortura e espancamento. Com o bastão, Davi Santos começou a bater em Cláudio. Ele tentou fugir e foi derrubado pelos entregadores.

A sessão de linchamento durou nove minutos e a vítima foi deixada desacordada. Antes de ir embora, Davi tirou fotos de Cláudio inconsciente, com um celular. Um dos entregadores ainda revistou o bolso do rapaz.

Quando os bombeiros chegaram, 30 minutos depois, a vítima foi socorrida e levada para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, mas não resistiu aos ferimentos.

Ele morreu na madrugada do dia 12. A causa da morte foi “traumatismo craniano e hemorragia interna”.

De acordo com o delegado titular da 12ª DP (Copacabana), Ângelo Lages, os quatro suspeitos de participarem das agressões vão responder “por homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima”.

A polícia está à procura dos dois homens que usavam mochila de entregadores e não se apresentaram para prestar depoimento.

Fontes

Informação baseada em material público de Agência Brasil, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Agência Brasillink

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