O grupo contava com a ajuda de servidores da área de segurança do estado. Entre as práticas estariam furto, receptação, venda ilícita de dendê, lavagem de dinheiro e ocultação de bens.
Segundo a Receita Federal, o esquema funcionava por meio de grupos armados e facções criminosas atuavam em áreas indígenas e quilombolas. Eles cooptavam servidores públicos e atuavam na extração, furto e venda ilegal do dendê usando empresas formais e de fachada para movimentar o dinheiro.
Onze empresas tiveram,suspensas as atividades por tempo indeterminado. Foram nove mandados de prisão preventiva e 25 mandados de busca e apreensão no Pará e em São Paulo.
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