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Brasil Revisado por ULTRA AI

Número de mortes confirmadas em enchentes no Nepal passa de 350

Já passa de 350, o número de mortes confirmadas por causa das enchentes que destruíram vilas inteiras na fronteira do Nepal com a região autônoma do Tibete, na

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Brasil — imagem padrão

Já passa de 350, o número de mortes confirmadas por causa das enchentes que destruíram vilas inteiras na fronteira do Nepal com a região autônoma do Tibete, na China.

Aproximadamente 1. 500 pessoas estão desaparecidas, enquanto as buscas prosseguem. Pelo menos 800 estrangeiros de mais de 30 países estão entre os desaparecidos.

A tragédia atingiu uma rota muito frequentada por peregrinos e viajantes no Nepal. Do lado chinês, são mais de 200 desaparecidos e três mortes confirmadas.

A imprensa estatal chinesa informou que o fluxo de detritos vindos com a avalanche atingiu as vilas com a velocidade de 50 metros por segundo.

De acordo com a agência Reuters, o impacto das ondas de até 10 metros se estendeu por mais de 20 quilômetros.

As equipes de resgate também estão levando barracas, alimentos e suprimentos de emergência para milhares de sobreviventes que permanecem isolados nos vales.

Segundo a Cruz Vermelha, estradas e pontes estão intransitáveis, ​​deixando as comunidades isoladas.

Cerca de 100 indianos que estavam desaparecidos foram localizados, além de 25 trabalhadores chineses na região mais atingida.

Imagens de satélite mostram que parte de uma geleira próxima se desprendeu, quando comparada com imagens feitas dias antes.

A gestão de desastres do Nepal alertou que o nível de um lago, formado pela obstrução de um rio no local da inundação, está subindo e, com possibilidade de mais chuva, ele corre risco de romper.

Ainda segundo a Reuters, os hospitais em Katmandu, capital do Nepal, estão lotados, conforme mais vítimas das enchentes continuam a chegar.

As embaixadas do Brasil em Katmandu e em Pequim acompanham os desdobramentos. Até o momento, não há registro de brasileiros entre as vítimas.

Fontes

Texto da redação ULTRA NOTÍCIAS, com base em material público.

Fontes consultadas

  • Radioagência Nacionallink

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