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Morte de peixes em lagoa de Divinópolis leva à investigação sobre qualidade da água

Vistoria técnica encontrou sinais de excesso de nutrientes na água. Proprietário da área particular deverá custear a análise da lagoa, segundo a Prefeitura.

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Morte de peixes em lagoa de Divinópolis leva à investigação sobre qualidade da água

A morte de peixes em uma lagoa no bairro Icaraí, em Divinópolis, levou a Prefeitura a iniciar uma investigação sobre as condições da água. Uma vistoria técnica realizada na terça-feira (1º) encontrou sinais de eutrofização na água.

  • Comitê faz mapeamento de navegabilidade e qualidade da água do Rio Pará.
  • Contaminação leva à interdição de minas e poço artesiano público em cidade de MG.
  • Substâncias de risco são identificadas na água de nove municípios do Centro-Oeste de MG.

🔎 Eutrofização é o processo de poluição de um corpo d’água causado pelo excesso de nutrientes, principalmente fósforo e nitrogênio. O acúmulo dessas substâncias provoca a multiplicação descontrolada de algas e plantas aquáticas.

A fiscalização, realizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Cuidado Animal (Semac), avaliou as condições ambientais da lagoa, que fica em uma propriedade particular.

O nome do proprietário não foi divulgado.

Durante a vistoria, os técnicos identificaram excesso de nutrientes na água. No entanto, segundo a Prefeitura, ainda não é possível determinar o que provocou a morte dos peixes.

Como parte da fiscalização, o responsável pela propriedade será formalmente notificado para arcar com a análise completa da qualidade da água.

A medida tem como base o Decreto Municipal nº 4. 748, que permite à Semac determinar aos responsáveis por possíveis fontes de poluição a realização de medições e análises ambientais, sem custos para o Município.

Serão analisados fatores como a baixa concentração de oxigênio na água, processos naturais de estratificação, eventual inversão térmica, alterações nos parâmetros físico-químicos e um possível lançamento de substâncias ou efluentes na lagoa.

O exame deverá avaliar parâmetros físico-químicos e microbiológicos e ser realizado por laboratório ou empresa tecnicamente habilitada, com acompanhamento da fiscalização municipal.

Após receber os laudos, a Prefeitura fará a avaliação dos resultados e das condições ambientais da lagoa.

Caso sejam identificadas irregularidades, poderão ser adotadas medidas administrativas e ambientais previstas na legislação.

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