Na avaliação da empresa, cinco áreas são consideradas críticas: discurso hostil, desinformação, ameaças, riscos cívicos e discurso violento.
Já em relação às fake news, a Meta prevê o uso de rótulos e informações de contexto, além de medidas para diminuir a distribuição desses conteúdos. A empresa também vai restringir anúncios que desencorajem a participação eleitoral.
A política de moderação apresentada ao TSE ainda estabelece a remoção de conteúdos desumanizadores, de alegações com imoralidade ou criminalidade grave e de insultos dirigidos a pessoas com base em características protegidas.
A medida inclui estereótipos prejudiciais, como comparações que desumanizam grupos, historicamente usadas para ataques, intimidação e exclusão, muitas vezes associados à violência fora das plataformas.
Também estão sujeitos à remoção insultos graves, expressões de desprezo ou nojo, palavrões e apelos à exclusão ou segregação.
São ainda proibidos conteúdos de incitação à violência, como ameaças graves ou incitação de atos violentos contra a integridade física de membros e servidores da Justiça Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral, apelos à violência eleitoral e aqueles que tenham como objetivo restringir o exercício de poderes constitucionais e discursos de ódio.
Além disso, podem ser suspensos conteúdos e contas que incentivem condutas antidemocráticas e a divulgação ou o compartilhamento de fatos falsos contra a integridade do processo eleitoral.
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