O alerta destaca ainda que os conteúdos negam evidências científicas sobre os riscos da nicotina e desacreditam autoridades sanitárias.
É o que afirma uma nota técnica divulgada pela Fiocruz na quinta-feira (27).
Pessoas entre 15 e 24 anos somam cerca de 70% dos usuários desses produtos no Brasil.
A nota afirma que os cinco canais identificados acumularam mais de 6 milhões de visualizações e somam 400 mil pessoas inscritas. Eles ensinam como usar o produto, avaliam os modelos, oferecem cupons de desconto e links para compra, além de trazer entrevistas com especialistas defensores do cigarro eletrônico.
Os conteúdos são também recomendados pela plataforma em buscas sobre o tema.
A nota reforçou também que o YouTube apresenta uma autorregulação frágil, ao desconsiderar leis como o Código de Defesa do Consumidor, a Lei Antifumo e o Eca Digital.
O YouTube foi procurado, mas não respondeu até o fechamento da reportagem.
Em números
- A nota afirma que os cinco canais identificados acumularam mais de 6 milhões de visualizações e somam 400 mil pessoas inscrita