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Estagiário de agência do INSS é preso por envolvimento em fraudes de benefícios; prejuízo foi estimado em

PF aponta que 97 benefícios foram fraudados. Um segundo investigado, de 18 anos, foi alvo de um mandado de busca e apreensão.

2 min de leitura
Estagiário de agência do INSS é preso por envolvimento em fraudes de benefícios; prejuízo foi estimado em

Jovem é preso suspeito de fraudar benefícios do INSS.

Um jovem de 21 anos foi preso temporariamente pela Polícia Federal (PF), nesta terça-feira (25), por suspeita de envolvimento em fraudes em benefícios do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

Ele atuava como estagiário de uma agência do INSS no bairro de Itapuã, em Salvador.

As investigações começaram há cerca de quatro meses, após a PF identificar movimentações irregulares nos sistemas do INSS, na agência de Previdência Social, em Itapuã.

Entre as irregularidades está o cadastramento de representantes legais em benefícios previdenciários sem autorização ou conhecimento dos titulares. Com a alteração, os novos representantes passaram a ter poder para sacar pagamentos mensais e valores retroativos.

Em nota, a Polícia Federal informou também reativações indevidas de benefícios que estavam suspensos. A medida permitia a liberação de valores retroativos. Outra prática fraudulenta da organização era a renovação da prova de vida.

Ainda conforme a polícia, a operação permitia que benefícios continuassem sendo pagos sem a comprovação de que os titulares estavam vivos. Foram identificados beneficiários com idades superiores a mais de 100 anos nos sistemas do INSS.

Para a PF, os representantes legais registrados em diferentes estados brasileiros indicam uma possível atuação interestadual da organização.

Além do homem preso, outro investigado, de 18 anos, foi alvo de um mandado de busca e apreensão. Ao todo, a operação cumpre dois mandados de busca e apreensão e uma prisão temporária na capital baiana.

A investigação também localizou casos em que os benefícios teriam sido fraudados desde a origem. Segundo a PF, dados de pessoas que tinham direito à aposentadoria eram utilizados para criar benefícios antes mesmo delas apresentarem os pedidos ao INSS.

Segundo a Polícia Federal, os envolvidos poderão responder pelos crimes de estelionato qualificado, associação criminosa e inserção de dados falsos nos sistemas da Previdência Social.

A operação é realizada pela Polícia Federal em conjunto com a Coordenação Geral de Inteligência do Ministério da Previdência Social.

As investigações continuam com o objetivo de identificar outros integrantes do grupo e entender a extensão total do prejuízo aos cofres públicos.

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Fontes

Informação baseada em material público de G1, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

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