De acordo com a agência Reuters, Arturo Bejar disse que a empresa ignorou pesquisas sobre danos que as plataformas poderiam causar a crianças e adolescentes. Ele trabalhou na empresa de 2009 a 2015, depois, como consultor independente, entre 2019 e 2021, e é a primeira testemunha neste julgamento, liderado por quatro estados norte-americanos que acusam a Meta de projetar as plataformas para viciar jovens, enganar o público e coletar dados ilegalmente.
Nos EUA, a Meta e outras empresas, incluindo o Snapchat; a ByteDance, que controla o TikTok; e a Alphabet, que controla Google e o YouTube, enfrentam processos de que seus produtos prejudicariam jovens usuários.
No posicionamento mais recente, divulgado na semana passada, a Meta declarou que as alegações são "infundadas" e as exigências financeiras são "desproporcionais.
Que os procuradores-gerais não teriam apresentado nenhuma prova de que alguém tenha sido enganado, e que tentam penalizar a empresa por desafios comuns a todo o setor.
A Meta alega que continua trabalhando para proteção dos adolescentes.
Ainda de acordo com a Reuters, o julgamento contra a Meta está previsto para durar seis semanas.
Fontes
Informação baseada em material público de Radioagência Nacional, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.