Com o resgate do corpo de uma menina de 7 anos, no início da tarde deste domingo (13/9), os bombeiros encerraram as buscas por vítimas do desabamento de um prédio em obras na Penha, zona leste de São Paulo.
- Um prédio em construção desabou sobre uma casa na Rua Tequici, na Penha, zona leste de São Paulo, por volta das 2h dese sábado (12/9).
- Cinco pessoas morreram, entre elas, uma mulher grávida. Outras duas pessoas, um homem de cerca de 30 anos e uma criança de 7 anos, foram resgatadas com vida e encaminhadas para atendimento médico.
- Uma criança de 7 anos segue desaparecida.
- A construção já havia sido alvo de medidas da Prefeitura. Em 2019, o município autuou e interditou a obra por falta de alvará. Em 2021, a Prefeitura entrou na Justiça para impedir que a construção avançasse.
- A Polícia Civil investiga as circunstâncias do desabamento. Nunes afirmou que os responsáveis pela obra são pai e filho e que o filho também atuava como engenheiro responsável tecnicamente pela construção.
Ao todo, seis pessoas morreram e duas sobreviveram. Não há mais desaparecidos.
O desabamento ocorreu na madrugada de sábado (12/9), na Rua Tequici, nº 61.
Entre as vítimas, duas sobreviveram: uma menina e um homem.
Foram confirmados seis óbitos: três mulheres, uma menina e dois homens.
SP As equipes do Corpo de Bombeiros concluíram a localização de todas as vítimas. O local ficará sob responsabilidade das demais autoridades para o prosseguimento dos trabalhos periciais e das demais medidas cabíveis.
As obras do prédio eram realizadas pela construtora New Home. O advogado da empresa, Alexandre Sampi, afirmou que a construção está em situação regular e tinha alvará.
O prédio chegou a ser embargado, mas deve esse embargo cassado, segundo ele.
Sampi ainda afirmou que a construtora está prestando “todo o apoio possível” às vítimas e que apenas um laudo técnico poderá determinar as causas do desabamento.
Uma servidora da Prefeitura de São Paulo deve ser afastada do cargo por pelo menos 30 dias após atestar que a construção que existia no terreno onde um prédio desabou na madrugada deste sábado (12/9), na zona leste da capital, havia sido demolida.
O problema, segundo o procurador-geral do município, Daniel Falcão, é que a demolição não foi realizada.
Segundo ele, a medida é necessária para que a Controladoria-Geral do Município possa investigar como o documento foi emitido e qual foi a atuação da servidora no processo.
Segundo o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, o caso envolve um documento assinado em fevereiro de 2024 por uma funcionária da Subprefeitura da Penha. No texto, ela afirmou que a demolição havia sido “efetuada em sua integralidade” e que uma nova edificação estava em andamento no local.
O procurador-geral afirmou ainda que o próprio advogado da construtora esteve no local e constatou que a estrutura não havia sido demolida.
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