Segundo a vice-presidente da Comissão de Seguro Auto da entidade, Keila Farias, a adesivação com material eleitoral e o uso do automóvel em atividades de campanha podem ser considerados pelas seguradoras como aumento de risco, devido à maior exposição a acidentes, vandalismo e circulação em eventos públicos.
A FenSeg acrescenta que mudanças no perfil de uso do veículo sem atualização da apólice podem resultar em recusa de indenização por roubo, furto ou colisão.
As seguradoras argumentam que a utilização do carro para transporte de material de campanha, deslocamento de equipes ou atividades de apoio altera as condições avaliadas quando o contrato foi firmado.
A entidade também destaca que danos a adesivos, plotagens e envelopamentos geralmente não estão cobertos pelos seguros convencionais. Além disso, prejuízos decorrentes de tumultos, motins e atos de vandalismo costumam estar entre as exclusões previstas nos contratos.
Informar a seguradora antes de adesivar o veículo.
Comunicar qualquer mudança na utilização do carro durante a campanha eleitoral.
Consultar o corretor de seguros antes de prestar serviços a candidatos ou partidos.
Solicitar um endosso para registrar formalmente a alteração na apólice, quando necessário.
Verificar se o envelopamento exige atualização do registro do veículo junto ao Detran.
Conferir quais danos e situações estão excluídos da cobertura contratada.
Fontes
Informação baseada em material público de Agência Brasil, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.