O corregedor-geral eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Villas Bôas Cueva, atendeu a um pedido da campanha do presidente Lula (PT) e proibiu o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o influenciador Pablo Marçal de republicarem postagens com conteúdo já considerado falso pela corte eleitoral.
A decisão alcança a fala de Lula sobre prevenção do câncer de próstata, à qual os bolsonaristas atribuíram conotação sexual, um discurso de Lula sobre garis tirado de contexto e distorcido para prejudicar o candidato, e a fake news sobre uso de drogas durante manifestação pró-Lula na Avenida Paulista.
Segundo a campanha do PT, Nikolas e Marçal são os principais difusores da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) fora dos canais oficiais e disseminam desinformação em benefício da candidatura.
Ele ordenou que as big techs se abstenham de dar tratamento privilegiado na distribuição de conteúdos político-eleitorais que não seja "decorrente da aplicação regular e isonômica das políticas de cada plataforma.
Na mesma ordem, Cueva negou pedido da coligação da campanha do presidente Lula (PT) para suspender a monetização das contas de Nikolas e Marçal, mas determinou que a Meta e o X apresentem esclarecimentos sobre recomendação algorítmica dos perfis, volume de visualizações por não-seguidores e ajustes de ranqueamento.
Comentários
Participe da conversa. Comentários passam por moderação antes de aparecer.
Carregando comentários…