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Política Revisado por ULTRA AI

Salles se descreve como liberal na economia, conservador nos costumes e diz que 8 de janeiro 'foi uma

Candidato ao Senado por São Paulo, deputado do Novo criticou nomes da esquerda e da direita e afirma que pena de 14 anos para Débora Rodrigues dos Santos, conhe

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Salles se descreve como liberal na economia, conservador nos costumes e diz que 8 de janeiro 'foi uma

O deputado federal Ricardo Salles (Novo), candidato ao Senado por São Paulo, afirmou durante entrevista ao programa Mathias TV, exibido no YouTube nesta quinta-feira (20), que se considera representante de uma direita “liberal na economia e conservadora nas questões de comportamento”.

Segundo ele, esse modelo deve reduzir o tamanho do Estado, diminuir a carga tributária e abrir espaço para o empreendedorismo. Salles também afirmou que não se identifica com uma direita “Orlando Geisel”, em referência ao ex-ministro da ditadura militar, mas com o economista Roberto Campos.

Ao explicar sua visão política, Salles citou ainda referências internacionais e brasileiras.

Candidatura de Salles ao Senado racha direita em SP e expõe tensão com aliado de Tarcísio.

Ao falar sobre os adversários na disputa pelo Senado por São Paulo, Salles atacou nomes da esquerda e da direita. Ele criticou Simone Tebet (MDB-MS) e Marina Silva (Rede-SP), que, segundo ele, são da base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e não conhecem o estado.

Em seguida, Salles fez críticas específicas às duas candidatas. “Eu fui até a Reserva Chico Mendes e eles odeiam Marina. A Simone traiu o agro do Mato Grosso do Sul, foi pro governo que chamou corrupto.

Elas não sabem nada de São Paulo, não conhecem nada”, disse.

Na avaliação de Salles, André do Prado, presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), também não representa a direita. O deputado chamou Prado de “filhote do Valdemar da Costa Neto” e criticou a atuação política do presidente nacional do PL.

Salles também criticou o grupo ligado a Valdemar dentro do PL. Segundo ele, parte dos políticos que chegaram ao partido depois da entrada de bolsonaristas teria adotado um perfil de atuação associado ao Centrão.

Salles também afirmou que Valdemar “é quem manda no PL, indiscutivelmente”. Sobre a escolha de Prado para a disputa ao Senado, disse que ela ocorreu porque o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) não o teria escolhido como vice.

Apesar das críticas a Prado, Salles elogiou outro nome do campo da direita: o ex-secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PL).

Ao falar sobre sua própria candidatura, Salles disse que poderia se reeleger deputado federal, mas optou pela corrida ao Senado.

Em relação às investigações da operação Akuanduba sobre exportação de madeira ilegal, que teve entre os alvos o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, o candidato ressaltou que foi acusado injustamente.

É uma indústria de bravata. Eu tive problemas. Quando era ministro, fui injustamente acusado de adotar medidas para facilitar contrabando de madeira. Eu que nunca tinha pisado na Amazônia.

Tudo mentira. Os processos de desmonte ilegal foram julgados improcedentes.

Salles também defendeu a anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Para ele, os ataques foram “uma baderna” e “inaceitáveis para um país de direita”, mas não configuraram uma tentativa de golpe de Estado.

O deputado citou o caso de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como "Débora do Batom", condenada a 14 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e classificou a pena como desproporcional.

Salles também disse se surpreender com o fato de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não ter concedido anistia aos condenados.

Fontes

Informação baseada em material público de G1 Política, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • G1 Políticalink

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