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Política

Polônia pede multa de 250 mi de euros à Meta por anúncios fraudulentos

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A Polônia alega que a Meta publica anúncios fraudulentos em suas plataformas e se recusa a removê-los mesmo depois de ser notificada. Em carta à Comissão Europeia, Gawkowski citou testes conduzidos pela Cert Polska, equipe nacional de resposta a incidentes de cibersegurança da Polônia, que identificou 122 anúncios classificados como fraudulentos.

País acusa big tech de não remover publicidade enganosa que viola direitos dos usuários em suas plataformas.

Segundo o ministro, em 106 desses casos, a Meta decidiu manter os anúncios no ar. Apenas 10 foram removidos. Em 6 casos, a plataforma não deu nenhuma resposta.

O ministro também anunciou que, durante a próxima cúpula do G20, vai tentar articular uma posição conjunta de líderes europeus contra as práticas da empresa.

A Meta respondeu em comunicado que segue investindo no combate a fraudes em suas plataformas. “Golpistas são criminosos persistentes que usam táticas cada vez mais sofisticadas.

Por isso, continuamos investindo fortemente em tecnologias e parcerias, com a indústria e as forças de segurança, para encontrar, remover e, em última instância, deter golpistas”, afirmou a empresa.

O caso polonês tem histórico judicial recente. Em abril de 2026, o tribunal de apelação de Varsóvia concluiu que a Meta era responsável pelos anúncios hospedados em suas plataformas.

A empresa havia argumentado que não respondia pelas ações fraudulentas praticadas por seus usuários.

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