O ato foi formalizado após o segundo turno das eleições presidenciais concluído neste domingo (25) com a vitória do candidato petista Luiz Inácio Lula da Silva, por meio de despacho do ministro da Fazenda, Dario Durigan, publicado no "Diário Oficial da União.
- Em setembro, os Correios informaram ao g1 que o empréstimo saísse ainda naquele mês, algo que não aconteceu, sendo formalizado apenas após o segundo turno da eleições para presidente da República.
- Na ocasião, a estatal também confirmou o compromisso firmado com o governo federal para o aporte de R$ 6 bilhões na empresa até o final de 2027.
O consórcio de bancos, formado por pelo ABC Brasil, Citibank, Deutsche Bank e pelo JP Morgan, com isso, tem a garantia de que vai receber as parcelas do empréstimo do Tesouro Nacional — no caso de os Correios não honrarem o compromisso.
O prejuízo do 2º trimestre é menor do que o obtido pela empresa nos últimos dois trimestres, o 1º deste ano e o 4º trimestre de 2025, apontando um pequeno movimento de recuperação da saúde financeira dos Correios, que teve um prejuízo recorde no 1º trimestre de 2026.
Em números
- Passadas eleições, governo federal concede garantia para empréstimo de R$ 7 bilhões de consórcio de bancos
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