Brasília — Auxiliares do presidente Lula avaliaram como “muito grave” o relatório dos Estados Unidos que acusa o Brasil de falhas no combate ao PCC e ao Comando Vermelho. As duas facções foram incluídas pelos EUA em lista de organizações terroristas.
No documento enviado ao Congresso americano, Trump cobra do Brasil “medidas enérgicas” e urgência no enfrentamento. Em Brasília, a leitura é que amarrar crime organizado à segurança nacional dos EUA abre margem a narrativas de ação militarizada fora do direito internacional.
Resposta oficial
O governo negou omissão e citou a Lei Antifacção, além da cooperação já existente com autoridades americanas. O Ministério da Justiça afirmou que o tom do relatório desconsidera medidas em curso.
O episódio soma tensão à crise comercial e política com Washington — sem misturar, no mérito, com a disputa eleitoral das exigências sobre “dissidentes”.
Redação ULTRA NOTÍCIAS.
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