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Política Revisado por ULTRA AI

Governo federal promete aumentar efetivo das equipes que investigam caso de corrupção

Intenção é fortalecer as equipes com agentes que estão em treinamento para que as investigações avancem da forma mais célere possível.

2 min de leitura
Governo federal promete aumentar efetivo das equipes que investigam caso de corrupção

Governo federal promete aumentar efetivo das equipes que investigam caso de corrupção

O governo federal prometeu aumentar o efetivo das equipes da Polícia Federal (PF) que investigam casos de corrupção. A decisão ocorre em meio a tensões do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, com o ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça.

O blog apurou que a decisão foi informada em reunião feita entre o ministro da Justiça, Wellington Silva, e o advogado-geral da União, Jorge Messias, com Mendonça.

A maior parte do grupo com esses novos policiais será formada por novos agentes que estão em curso de formação. A ideia do governo federal, segundo fontes informaram ao blog, é fortalecer as equipes para que as investigações avancem da forma mais célere possível.

O atual governo aumentou em 30% o efetivo do setor que cuida desses inquéritos e prometeu que vai aumentar este número ainda mais.

O encontro ocorrido nesta quinta-feira (6) foi marcado para tratar do estranhamento entre a PF e o gabinete de Mendonça e aconteceu antes de os 27 superintendentes regionais divulgarem uma nota em defesa do diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues.

A tensão entre integrantes da PF e o ministro André Mendonça foi provocada pelas investigações do "caso INSS" e escalou após a PF solicitar a abertura de frentes de investigação contra Fábio Luís Lula da Silva.

O Lulinha, filho do presidente da República, é investigado por suspeitas de corrupção e tráfico de influência em contratos da Dataprev e no Ministério da Saúde.

Além do caso INSS, Mendonça é relator do caso Master no Supremo.

Fontes

Informação baseada em material público de G1 Política, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • G1 Políticalink

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