Os 2 acionistas da companhia participaram da assembleia, realizada em 1ª convocação e com duração de cerca de 30 minutos. O Botafogo associativo, representado por João Paulo Magalhães Lins, votou a favor.
Operação projeta emissão de 200 milhões de ações e pode reduzir participação da Eagle na companhia.
A Eagle, representada pelo escritório Marcello Macêdo Advogados e pela Preserva-Ação Administração Judicial, não participou da votação porque não possui direitos políticos na companhia.
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Os 2 acionistas terão 30 dias para exercer o direito de preferência na compra das novas ações. O Botafogo associativo poderá subscrever 102 milhões de ações, equivalentes a 51% da emissão.
A Eagle poderá adquirir as outras 98 milhões.
Caso a Eagle não exerça o direito de preferência dentro do prazo, o Botafogo associativo poderá subscrever as ações restantes. Se o clube adquirir as 200 milhões de novas ações, a participação da Eagle na SAF será diluída.
A empresa é atualmente a acionista majoritária da companhia.
O aumento de capital também busca garantir o cumprimento de obrigações correntes durante o processo de recuperação judicial. As ações subscritas deverão ser integralizadas em moeda corrente nacional em até 3 dias úteis depois da respectiva subscrição.
O Botafogo associativo foi representado na assembleia por João Paulo Magalhães Lins. A Eagle esteve presente por meio de seus representantes, mas não teve direito a voto.
Em números
- Operação projeta emissão de 200 milhões de ações e pode reduzir participação da Eagle na
- O Botafogo associativo poderá subscrever 102 milhões de ações, equivalentes a 51% da emissão
- A Eagle poderá adquirir as outras 98 milhões
- Se o clube adquirir as 200 milhões de novas ações, a participação da Eagle na SAF se
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