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Negócios

Paramount chega a acordo em passo para conclusão de fusão com Warner Bros, diz fonte

Acordo foi realizado com 12 estados norte-americanos que haviam entrado com ação para impedir aquisição

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O acordo inclui a criação de conselhos editoriais independentes para a CNN e a CBS, disse a fonte, uma medida que visa salvaguardar a independência de suas operações jornalísticas sob a empresa resultante da fusão.

Eneva vê economia de até R$3,2 bi a consumidor com flexibilização de termelétricas.

Eneva vem discutindo com o ⁠governo uma mudança contratual para flexibilizar o despacho de ⁠três projetos.

Em uma série de eventos em cascata ao longo ⁠de um período de 10 dias, os maiores laboratórios de IA viram-se abalados quando suas próprias criações ameaçaram destruir a própria humanidade.

A Paramount Skydance e a Warner ⁠Bros Discovery não responderam imediatamente aos pedidos da Reuters por comentários sobre o acordo.

O acordo removeria um grande obstáculo para a conclusão de uma das maiores fusões da mídia da história, permitindo que a Paramount avance com uma união que reunirá dois dos maiores estúdios cinematográficos de Hollywood, ​dois importantes serviços de streaming e duas das maiores operações de notícias a cabo sob um único proprietário.

A Reuters noticiou pela primeira vez na ​sexta-feira que a Paramount e os Estados poderiam chegar a um acordo já no fim de semana, com monitoramento independente do conteúdo da CNN e um compromisso quanto ao número de lançamentos nos cinemas entre os termos em discussão.

Outras medidas em consideração ​incluem a venda de ​alguns canais a cabo e a criação de um conselho para ajudar a garantir que a ⁠CNN mantenha sua independência editorial, segundo informou ​o WSJ.

Embora os reguladores do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenham aprovado o acordo, uma coalizão de 12 procuradores-gerais estaduais, liderada por Rob Bonta, da Califórnia, ​entrou com uma ação judicial em julho para bloquear a fusão, argumentando que ela reduziria a concorrência e criaria um gigante da ​mídia com poder para ⁠aumentar os preços no cinema e na televisão.

Órgãos reguladores de defesa da concorrência em outras jurisdições ao redor do mundo, incluindo a União Europeia e o Reino Unido, já aprovaram a aquisição.

Em números

  • Eneva vê economia de até R$3,2 bi a consumidor com flexibilização de termelétricas

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