As medidas do governo federal ligadas à oferta e à facilitação de crédito somam cerca de R$ 332,8 bilhões em 2026, segundo valores divulgados pelo próprio Executivo.
A expansão ocorre enquanto o Banco Central tenta moderar a demanda para controlar a inflação. Especialistas apontam que o estímulo ao crédito pode reduzir o espaço para cortes mais agressivos na Selic se a atividade e os preços permanecerem pressionados.
Entre as frentes está o consignado CLT, ampliado com novas garantias via FGTS e contratação digital.
Fonte consultada: Poder360. Texto adaptado pela redação ULTRA NOTÍCIAS com fins informativos.