O produtor português, com mais de 300 filmes no currículo, viabilizou cerca de 60 títulos apresentados na Mostra desde a sua segunda edição; confira títulos da retrospectiva.
- O Estado das Coisas (1982), de Wim Wenders.
- Francisca (1981), de Manoel de Oliveira.
- Silvestre (1981), de João César Monteiro.
- Maine Océan (1986), de Jacques Rozier.
- O Rei das Rosas (1986), de Werner Schroeter.
- Casa de Lava (1994), de Pedro Costa.
- Poucos de Nós (1996), de Šarūnas Bartas.
- A Prisioneira (2000), de Chantal Akerman.
- Branca de Neve (2000), de João César Monteiro.
- Vou para Casa (2001), de Manoel de Oliveira.
- Frágil como o Mundo (2001), de Rita Azevedo Gomes.
- Mistérios de Lisboa (2010), de Raúl Ruiz.
A Mostra Internacional de Cinema em São Paulo tem sua abertura oficial para convidados nesta quarta, 14. Na ocasião, o produtor português Paulo Branco estará presente pela primeira vez na Mostra para receber em mãos o Prêmio Leon Cakoff, que reconhece personalidades da cultura e do mercado audiovisual.
O produtor, com mais de 300 filmes no currículo, viabilizou cerca de 60 títulos apresentados na Mostra desde a sua segunda edição. Agora, ele também ganhará uma retrospectiva com seleção exclusiva de 16 filmes de seu repertório, incluindo A Cidade dos Piratas (1983), de Raúl Ruiz, em cópia 35mm, e O Rei das Rosas (1986), de Werner Schroeter, em restauro inédito.
Nascido em Lisboa em 1950, Paulo Branco é uma das figuras mais influentes e prolíficas do cinema independente mundial. Ao longo de sua trajetória, ele viabilizou projetos ambiciosos, trabalhando ao lado de mestres do cinema como o português Manoel de Oliveira, a belga Chantal Akerman, o chileno Raúl Ruiz e o português João César Monteiro.
Ele também ja colaborou com nomes de peso do cinema global, incluindo Wim Wenders em O Estado das Coisas (1982), David Cronenberg (Cosmopolis) e Olivier Assayas (A Criança do Inverno).
Retrospectiva Paulo Branco na 50ª Mostra.
A Retrospectiva Paulo Branco na 50ª Mostra apresenta 16 filmes, sendo três deles de 2026: Aquí, de Tiago Guedes, inspirado na Trilogia de Jesus de J. M. Coetzee e exibido no Festival de Cannes; Memórias do Cárcere, de Sérgio Graciano, adaptação do livro homônimo de Camilo Castelo Branco, e O Barqueiro, de Simão Cayatte.
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