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Musica Revisado por ULTRA AI

Hamilton de Holanda indica 5 discos fundamentais para quem quer expandir os horizontes musicais

Com seu bandolim de 10 cordas, Hamilton fez da curiosidade musical uma das marcas de uma trajetória que já passou por 44 países

7 min de leitura
Hamilton de Holanda indica 5 discos fundamentais para quem quer expandir os horizontes musicais

Em entrevista ao TMDQA!, Hamilton de Holanda indicou 5 discos para quem quer ouvir música com um pouco mais de curiosidade. O músico já levou seu bandolim de 10 cordas a 44 países, além de percorrer estados e cidades por todo o Brasil.

Bandolinista, compositor e vencedor de cinco prêmios Grammy Latino, seria generalista, cruel e injusto dizer só que sua carreira é sólida e internacional. Sua forma de enxergar a música transita entre lugares, gêneros e diferentes formas de visualizar sons.

Neste ano lançou NOVA, álbum gravado ao lado de Salomão Soares e Thiago Big Rabello em diferentes partes do mundo. Nas 14 faixas, o trio parte da música brasileira e abre espaço para encontros com outras sonoridades, inclusive em colaborações com nomes como a sitarista Anoushka Shankar e o trompetista franco-libanês Ibrahim Maalouf.

Pouco antes de levar seu bandolim de 10 cordas ao Global Village do Rock in Rio, no dia 12 de setembro, Hamilton de Holanda conversou com o portal sobre música, referências e, claro, sobre os discos que ajudaram a formar sua escuta.

A nosso convite, ele escolheu cinco álbuns fundamentais para quem quer ampliar os horizontes musicais, e a lista passa por improviso, harmonia e diferentes maneiras de ouvir e pensar música.

Veja a seguir! 5 discos fundamentais para expandir os horizontes musicais, por Hamilton de Holanda Alma — Egberto Gismonti Um registro histórico focado no piano solo do mestre brasileiro, reunindo clássicos de sua autoria como “Loro”, “Palhaço” e “Baião Malandro”.

Hamilton destacou: É um pianista do interior de Minas, tem a raiz da música brasileira, aquilo forte, e ele alcançou um nível das maiores orquestras no Japão, no mundo inteiro tocarem a música dele." https://open.spotify.com/intl-pt/album/2U0cd0nOhqS0BT1OQji44j?si=3p1ME1OpRjyKuOFTpSlIMw Festa dos Deuses — Hermeto Pascoal Lançado em 1992, este trabalho é um marco na música instrumental global por Hermeto Pascoal.

O disco reúne o auge de Hermeto como compositor, arranjador e improvisador, trazendo desde o arranjo inacreditável para “'Round Midnight”, de Thelonious Monk, até as famosas experimentações do "Som da Aura.

Como brinca Hamilton: Ele gravou vários 'sons da aura' — que hoje eu vejo a molecada falando 'farmando aura, farmando aura'. O Hermeto inventou o 'som da aura', porque ele musicou a fala das pessoas, musicava o som dos animais.

E tem a parte de improvisação do disco também, que é o pau comendo! Fez um disco bem lindo, acho espetacular." https://open.spotify.com/intl-pt/album/2rMQYUa0fe1gZNVHOGUFfM?si=Le0NW9bIQo6FhF0vHtsEpg Todos os Tons — Raphael Rabello Álbum histórico em que o mestre do violão de 7 cordas interpreta a obra de Tom Jobim.

Para Hamilton, Raphael Rabello é sua maior referência musical: Se eu tiver que resumir na minha vida um nome só, eu diria Raphael Rabello. O disco que ele fez com músicas do Tom Jobim é lindo demais.

e tem 'Samba do Avião', a faixa que abre o disco e que inclusive me apresentou para o Paco de Lucía. É espetacular". https://open.spotify.com/intl-pt/album/6HLtr8WK47BFOyrpcf0xAh?si=RJcfd7KXQY6uON0ZBrg99w Luzia — Paco de Lucía Falando em Paco de Lucía, ele também aparece na lista.

Ao destacar esta obra-prima do flamenco lançada em 1998, Hamilton de Holanda relembra a imensa carga emotiva do álbum. Marcado pelo luto, o disco é uma homenagem visceral de Paco de Lucía à sua mãe (Luzía, com "z", em referência à sua origem portuguesa) e ao lendário cantor e parceiro de vida Camarón de la Isla: Eu acho que é o auge da maturidade: o som, a composição.

No final ele faz uma homenagem ao Camarón de la Isla, que foi um grande cantor flamenco, amigo dele. E o Paco mesmo canta, no final. Bonito pra caramba." https://open.spotify.com/intl-pt/album/5qLzP9bJa01rpxwzzmivkX?si=qMkRHNHBS_eXDzylN6jDtQ Angelus — Milton Nascimento Lançado em 1993, este álbum memorável une a grandiosidade da MPB a um time estelar de convidados internacionais.

Hamilton exalta a riqueza do trabalho: É um disco que me pegou muito, tem composições lindas e várias participações: James Taylor, Peter Gabriel e os caras do jazz, como Herbie Hancock, Pat Metheny, Ron Carter e Jack DeJohnette, que fazem aquela faixa 'Vera Cruz.

O Milton é obrigatório para quem gosta de música, para quem gosta da vida." https://open.spotify.com/intl-pt/album/4ckptK6qyX7eERpt29Nxvv?si=TrgjoFDsS4ySpMHFz6E9vA NOVA — Hamilton de Holanda Para fechar a lista com chave de ouro, vale a pena colocar no fone o trabalho mais recente de Hamilton ao lado de Salomão Soares (teclados) e Thiago "Big" Rabello (bateria).

Com 14 faixas gravadas em diferentes cantos do mundo, NOVA reflete viagens, trocas culturais e a maturidade de um trio em sintonia. O projeto passeia do choro ao jazz com pontes afiadas rumo ao fado, ao semba angolano e até ao piseiro, além de participações especiais como Anoushka Shankar, Ibrahim Maalouf, Pedro Martins e Mestra Zélia do Prato.

É um disco sensorial e direto na emoção, feito para se ouvir sem pressa e descobrir novas camadas a cada play. https://open.spotify.com/intl-pt/album/3d2GWXeV3jG2rTz4Y9G0A5?si=wIXJGcw4TrGmzyo58J_73w.

O músico já levou seu bandolim de 10 cordas a 44 países, além de percorrer estados e cidades por todo o Brasil. Bandolinista, compositor e vencedor de cinco prêmios Grammy Latino, seria generalista, cruel e injusto dizer só que sua carreira é sólida e internacional.

5 discos fundamentais para expandir os horizontes musicais, por Hamilton de Holanda.

Um registro histórico focado no piano solo do mestre brasileiro, reunindo clássicos de sua autoria como “Loro”, “Palhaço” e “Baião Malandro”. Hamilton destacou.

É um pianista do interior de Minas, tem a raiz da música brasileira, aquilo forte, e ele alcançou um nível das maiores orquestras no Japão, no mundo inteiro tocarem a música dele.”.

E tem a parte de improvisação do disco também, que é o pau comendo! Fez um disco bem lindo, acho espetacular.”.

Álbum histórico em que o mestre do violão de 7 cordas interpreta a obra de Tom Jobim. Para Hamilton, Raphael Rabello é sua maior referência musical.

Se eu tiver que resumir na minha vida um nome só, eu diria Raphael Rabello. O disco que ele fez com músicas do Tom Jobim é lindo demais… e tem ‘Samba do Avião’, a faixa que abre o disco e que inclusive me apresentou para o Paco de Lucía.

Falando em Paco de Lucía, ele também aparece na lista. Ao destacar esta obra-prima do flamenco lançada em 1998, Hamilton de Holanda relembra a imensa carga emotiva do álbum.

Marcado pelo luto, o disco é uma homenagem visceral de Paco de Lucía à sua mãe (Luzía, com “z”, em referência à sua origem portuguesa) e ao lendário cantor e parceiro de vida Camarón de la Isla.

Eu acho que é o auge da maturidade: o som, a composição. No final ele faz uma homenagem ao Camarón de la Isla, que foi um grande cantor flamenco, amigo dele. E o Paco mesmo canta, no final.

Lançado em 1993, este álbum memorável une a grandiosidade da MPB a um time estelar de convidados internacionais. Hamilton exalta a riqueza do trabalho.

O Milton é obrigatório para quem gosta de música, para quem gosta da vida.”.

Para fechar a lista com chave de ouro, vale a pena colocar no fone o trabalho mais recente de Hamilton ao lado de Salomão Soares (teclados) e Thiago “Big” Rabello (bateria).

Liz Sacramento é jornalista há mais de 10 anos e cantora. No TMDQA!, entrevista artistas e cobre shows, festivais e lançamentos, com foco em R&B, MPB, pop e música preta brasileira.

Fontes

Informação baseada em material público de Tenho Mais Discos Que Amigos, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Tenho Mais Discos Que Amigoslink

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