Panettiere falou abertamente sobre suas dificuldades em lidar com o estrelato infantil e com abusos na indústria do entretenimento.
A investigação sobre a morte chocante de Hayden Panettiere agora conta com a participação da Drug Enforcement Administration (DEA), segundo uma fonte familiarizada com o assunto disse ao The New York Times.
A ABC, que também confirmou a notícia, informou que o Departamento de Polícia da cidade de Greenville, na Carolina do Sul, continua sendo a principal agência responsável pela investigação, e a DEA está auxiliando.
A polícia de Greenville “acompanhada por equipes de atendimento médico de emergência (EMS), respondeu a um chamado sobre uma mulher inconsciente” no domingo (16 de agosto), de acordo com uma declaração dada à NBC News.
Em um áudio de rádio obtido pela People, autoridades que atenderam a ocorrência discutiram uma “overdose” e uma “parada cardíaca” por volta do momento da morte de Panettiere.
Uma autópsia foi “concluída” na segunda-feira (17 de agosto), e “não foram encontrados sinais de trauma que pudessem ter contribuído para a morte”, disse o legista Mike Ellis em um comunicado à People no início desta semana.
Nenhum outro detalhe está disponível para divulgação no momento.”.
Em suas memórias, This Is Me: A Reckoning, Panettiere também falou sobre depressão pós-parto, dependência química e violência doméstica. No livro, a artista detalhou sua carreira prolífica — e, às vezes, difícil — no meio do entretenimento; o crescimento sob os holofotes implacáveis de Hollywood; e os altos e baixos das gravações de séries de sucesso como Heroes e Nashville, entre outras.
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Fontes
Informação baseada em material público de Rolling Stone Brasil, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.