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Musica Revisado por ULTRA AI

A curiosa função do baixista Phoenix no Linkin Park, segundo o próprio

Dave "Phoenix Farrell" faz analogia com o basquete para explicar sua curiosa função como baixista no Linkin Park.

2 min de leitura
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Músico faz analogia interessante com o basquete para explicar sua importância na engrenagem da banda; entenda.

Guilherme Gonçalves (@guiiilherme_agb).

Em bandas de rock de grande porte, o ego e a busca pelo protagonismo frequentemente dominam os bastidores. No Linkin Park, porém, o baixista Dave “Phoenix” Farrell enxerga seu papel sob uma perspectiva bem diferente — e curiosamente esportiva.

Para ele, a função do baixo não é brilhar sozinho na linha de frente, mas garantir a estrutura sobre a qual todo o resto se ampara. Ao analisar sua contribuição para a dinâmica do grupo, Phoenix usou uma analogia direta com as quadras para definir sua postura dentro do grupo.

Em entrevista à Bass Player (via Guitar World), o baixista refletiu a respeito.

Segundo Dave “Phoenix” Farrell, essa mentalidade de “trabalho silencioso” reflete o equilíbrio do Linkin Park desde os primeiros dias até o álbum mais recente, From Zero (2024), disco que marcou o retorno da banda após a morte do vocalista Chester Bennington e a entrada de Emily Armstrong.

Sobre sua contribuição nas composições, o baixista afirma.

+++ LEIA MAIS: O vocalista de metal que Chester Bennington ajudou a ficar sóbrio +++ LEIA MAIS: Por que o Linkin Park não faz mais meet and greet, segundo baterista +++ LEIA MAIS: A opinião de Emily Armstrong sobre ‘Hybrid Theory’, do Linkin Park.

Fontes

Informação baseada em material público de Rolling Stone Brasil, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Rolling Stone Brasillink

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