O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, afirmou nesta segunda-feira (24) que o Irã tentou matar um de seus filhos, mas não deu detalhes sobre quando a suposta conspiração ocorreu, qual deles foi o alvo ou quão perto esteve de ser executado.
Ele respondia a questionamentos sobre a recusa de uma das agências de segurança israelenses em fornecer proteção a um rival político antes da votação nacional.
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O Irã tentou assassinar um dos meus filhos e, portanto, essa proteção de segurança não é um luxo", afirmou, sem fornecer mais detalhes sobre a suposta conspiração.
Não ficou claro de imediato a qual dos filhos ele se referia. Yair, o filho mais velho de Netanyahu, mora em Miami.
Procurada, a missão do Irã na ONU, em Nova York, não respondeu de imediato a um pedido de comentário.
O primeiro-ministro também afirmou ter dito ao chefe da agência de segurança Shin Bet, David Zini, que qualquer candidato a primeiro-ministro deveria receber proteção adequada.
A imprensa israelense havia noticiado anteriormente que Zini se recusou a fornecer segurança a Gadi Eisenkot, principal opositor de Netanyahu, e informou à autoridade eleitoral do país que não havia nenhuma conspiração para feri-lo.
As projeções indicam que o partido de Eisenkot conquistará o maior número de cadeiras nas eleições, embora os governos israelenses geralmente sejam formados por coalizões que reúnem vários partidos, em vez de uma única legenda conquistar sozinha a maioria parlamentar.
As declarações de Netanyahu ressaltam o aumento das tensões desde o início da guerra, em fevereiro, dos Estados Unidos e de Tel Aviv contra Teerã, durante a qual o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, e outros dirigentes do país persa foram mortos.
Fontes
Informação baseada em material público de Folha Mundo, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.