Donald Trump admitiu conceder indultos preventivos a aliados para protegê-los de investigações democratas. O presidente citou indultos de Joe Biden e perdões a envolvidos no Capitólio como precedentes para suas ações.
- Donald Trump admitiu conceder indultos preventivos a aliados para protegê-los de investigações democratas.
- O presidente citou indultos de Joe Biden e perdões a envolvidos no Capitólio como precedentes para suas ações.
- Trump mencionou Elon Musk, alegando que democratas discutiriam medidas contra o bilionário, sem apresentar evidências.
- As eleições de meio de mandato nos EUA renovarão a Câmara e parte do Senado, definindo a composição do Congresso.
- Trump ameaçou usar o poder de veto presidencial para barrar propostas da oposição, caso democratas controlem o Congresso.
- Apesar do discurso, o presidente admitiu negociar com democratas para manter influência sobre as decisões legislativas.
- Uma vitória democrata nas eleições pode ampliar a fiscalização parlamentar sobre a administração Trump e dificultar aprovações.
Trump mencionou Elon Musk, alegando que democratas discutiriam medidas contra o bilionário, sem apresentar evidências. As eleições de meio de mandato nos EUA renovarão a Câmara e parte do Senado, definindo a composição do Congresso.
Trump ameaçou usar o poder de veto presidencial para barrar propostas da oposição, caso democratas controlem o Congresso. Apesar do discurso, o presidente admitiu negociar com democratas para manter influência sobre as decisões legislativas.
Uma vitória democrata nas eleições pode ampliar a fiscalização parlamentar sobre a administração Trump e dificultar aprovações. Na véspera das eleições legislativas dos Estados Unidos, Donald Trump admitiu conceder indultos preventivos a integrantes de seu governo.
A medida, segundo ele, poderia proteger aliados de eventuais investigações promovidas por democratas. Em entrevista ao podcast Pod Force One, nesta segunda-feira (2), o presidente também ameaçou vetar projetos da oposição.
Trump citou indultos concedidos por Joe Biden e disse que adotaria uma estratégia semelhante, caso considerasse necessário. Além disso, lembrou os perdões que concedeu a envolvidos na invasão do Capitólio, em 6 de janeiro de 2021.
Questionado sobre estender a medida a antigos colaboradores, afirmou que não pensaria duas vezes. Durante a entrevista, Trump também mencionou Elon Musk, empresário responsável pela Tesla e pela SpaceX.
Segundo o presidente, integrantes do Partido Democrata discutiriam medidas contra o bilionário, incluindo prisão, confisco de fábricas e nacionalização da SpaceX.
No entanto, o republicano não apresentou detalhes ou evidências de iniciativas concretas. Em seguida, afirmou que pretende proteger pessoas que considera ameaçadas por ações da oposição.
Trump ameaça barrar propostas de um Congresso democrata As eleições de meio de mandato acontecem nesta terça-feira (3), nos Estados Unidos. A votação renovará a Câmara dos Representantes e parte do Senado.
Dessa forma, os eleitores definirão a composição do Congresso para os dois últimos anos do segundo mandato de Trump. Atualmente, os republicanos controlam as duas Casas, mas pesquisas apontam a possibilidade de avanço democrata, principalmente na Câmara.
Diante desse cenário, Trump pediu apoio aos candidatos republicanos e afirmou que poderá utilizar o poder de veto presidencial. Caso os democratas assumam o controle do Congresso, ele promete barrar propostas apresentadas pela oposição.
Durante a entrevista, declarou que se tornaria o "Sr. Veto" e que não permitiria aos adversários conduzir a agenda legislativa livremente. Apesar do discurso de confronto, o presidente admitiu que poderá negociar com os democratas.
Segundo ele, uma sequência de vetos poderia pressionar os parlamentares a buscar acordos com a Casa Branca. Assim, Trump acredita que conseguiria manter influência sobre as decisões do Congresso, mesmo sem a maioria republicana.
O resultado das eleições poderá modificar a relação entre o governo e o Legislativo americano. Além disso, uma vitória democrata em uma ou nas duas Casas poderia ampliar a fiscalização parlamentar sobre a administração Trump.
Nesse cenário, o presidente também enfrentaria dificuldades maiores para aprovar projetos e executar sua agenda política.
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Trump ameaça barrar propostas de um Congresso democrata.
As eleições de meio de mandato acontecem nesta terça-feira (3), nos Estados Unidos. A votação renovará a Câmara dos Representantes e parte do Senado. Dessa forma, os eleitores definirão a composição do Congresso para os dois últimos anos do segundo mandato de Trump.
Apesar do discurso de confronto, o presidente admitiu que poderá negociar com os democratas. Segundo ele, uma sequência de vetos poderia pressionar os parlamentares a buscar acordos com a Casa Branca.
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