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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Rádio e TV seguem no radar: 68% pretendem acompanhar horário eleitoral em 2026

Pesquisa BTG Pactual/Nexus aponta que 68% vão acompanhar o horário eleitoral no rádio e TV em 2026; propaganda gratuita

5 min de leitura
Rádio e TV seguem no radar: 68% pretendem acompanhar horário eleitoral em 2026

68% dos eleitores pretendem acompanhar a propaganda gratuita no rádio ou TV em 2026 Horário eleitoral volta ao ar no dia 28, com santinho e carreata desde o dia 16OAB/MS reuniu debate 'Desafios das Eleições de 2026' nesta sexta-feiraTRE sul-mato-grossense confirmou a divisão do tempo do horário eleitoralColigação de Eduardo Riedel e Barbosinha ficou com maior tempo nas majoritáriasPesquisa do governo de MS aponta 25% de confiança nas redes sociais Faltando poucos dias para o início da propaganda eleitoral gratuita, o rádio e a televisão voltam ao centro da campanha.

Uma pesquisa nacional do instituto Nexus Pesquisa e Inteligência, encomendada pelo BTG Pactual e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostra que 68% dos brasileiros pretendem acompanhar o horário eleitoral gratuito pelas emissoras de rádio e televisão nas eleições de 2026.

O levantamento reforça que, mesmo com a multiplicação das plataformas digitais, a radiodifusão continua sendo um dos principais meios de informação durante o período eleitoral.

Com alcance em praticamente todos os municípios brasileiros e programação regulamentada pela Justiça Eleitoral, rádio e televisão seguem desempenhando papel decisivo para que candidatos apresentem propostas diretamente à população.

Em Mato Grosso do Sul, o tema ganhou destaque nesta sexta-feira (21), durante o seminário "Desafios das Eleições de 2026", realizado no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso do Sul (OAB-MS).

O encontro reuniu representantes da Justiça Eleitoral, advogados, especialistas e dirigentes das emissoras de rádio e televisão para discutir os desafios da propaganda eleitoral diante do crescimento da inteligência artificial, das deepfakes e da desinformação.

A discussão acontece em um momento importante da campanha. Desde o último dia 16 de agosto, candidatos já podem realizar caminhadas, carreatas, distribuir material gráfico e pedir votos.

Agora, a expectativa se volta para o dia 28 de agosto, quando começam oficialmente os programas e inserções da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão.

Radiodifusão destaca compromisso com a democracia Representando a MIDIACOM-MS (Associação das Emissoras de Rádio e Televisão de Mato Grosso do Sul), o presidente Antonio Alves, o Tunico, destacou que a radiodifusão brasileira exerce um papel histórico no fortalecimento da democracia e no acesso da população à informação de interesse público.

Para nós, defender a democracia não é negociável." Segundo ele, em um cenário de rápida circulação de conteúdos produzidos por inteligência artificial e de notícias falsas, a credibilidade dos veículos profissionais torna-se ainda mais relevante.

Numa eleição com tanta desinformação e conteúdo produzido por inteligência artificial, confiança faz toda a diferença. No rádio, na televisão e nos portais de notícias profissionais, o eleitor sabe de onde vem a informação e quem responde por ela." A MIDIACOM-MS representa atualmente 84 emissoras de rádio e 17 emissoras de televisão em Mato Grosso do Sul, reunindo praticamente todo o sistema de radiodifusão do Estado.

Horário eleitoral já tem plano de mídia definido Também nesta sexta-feira, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) concluiu a elaboração do plano de mídia para a propaganda eleitoral gratuita.

Durante audiência pública realizada com representantes dos partidos políticos e das emissoras de rádio e televisão, foram definidos o tempo destinado a cada partido, federação e coligação, além da ordem das emissoras responsáveis pela geração dos programas eleitorais.

A MIDIACOM-MS participou da audiência representando as empresas de radiodifusão do Estado e apresentou propostas voltadas à organização operacional das emissoras durante o período eleitoral.

Entre os principais pleitos atendidos está a manutenção da entrega antecipada dos programas eleitorais para o rádio, permitindo que o material seja encaminhado até as 18 horas do dia anterior à veiculação, evitando plantões noturnos nas emissoras.

Também foi mantida a antecipação da entrega das inserções destinadas aos finais de semana e feriados, medida que contribui para dar maior previsibilidade ao trabalho das equipes técnicas.

Informação que chega a todos O início da propaganda eleitoral marca um dos momentos mais importantes do calendário das eleições. É nesse período que candidatos apresentam propostas diretamente ao eleitor, em um espaço gratuito e regulamentado pela Justiça Eleitoral.

Para a radiodifusão, a pesquisa divulgada às vésperas do início do horário eleitoral reforça um papel construído ao longo de décadas: levar informação simultaneamente a milhões de brasileiros, com responsabilidade editorial, identificação dos responsáveis pelo conteúdo e fiscalização da Justiça Eleitoral.

Em um ambiente cada vez mais marcado pelo excesso de informações, rádio e televisão seguem sendo um dos principais pontos de encontro entre candidatos e eleitores durante a campanha.

68% dos eleitores pretendem acompanhar a propaganda gratuita no rádio ou TV em 2026.

Horário eleitoral volta ao ar no dia 28, com santinho e carreata desde o dia 16.

OAB/MS reuniu debate 'Desafios das Eleições de 2026' nesta sexta-feira.

TRE sul-mato-grossense confirmou a divisão do tempo do horário eleitoral.

Coligação de Eduardo Riedel e Barbosinha ficou com maior tempo nas majoritárias.

Pesquisa do governo de MS aponta 25% de confiança nas redes sociais.

Radiodifusão destaca compromisso com a democracia.

Horário eleitoral já tem plano de mídia definido.

Datafolha aponta Lula com 47% e Flávio Bolsonaro com 43% em eventual 2º turno.

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira mostra diferença de quatro pontos entre os dois; margem de erro é de dois pontos percentuais.

Fontes

Informação baseada em material público de A Crítica, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • A Críticalink