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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Como rifas de carros de luxo levaram Eduardo Razuk à prisão e fizeram ‘império digital’ sair do ar

Influenciador que conquistou milhões de seguidores com sorteios de veículos de alto padrão teve as redes sociais bloqueadas; investigação aponta suspeitas de ri

3 min de leitura
Como rifas de carros de luxo levaram Eduardo Razuk à prisão e fizeram ‘império digital’ sair do ar

Eduardo Razuk: influencer é preso suspeito de fazer rifas ilegais de carros de luxo.

Foi por meio das redes sociais que ele conquistou fama no Brasil e no exterior divulgando rifas de veículos de alto padrão. A mesma prática também acabou levando o influenciador à prisão.

Segundo a defesa do influenciador, os sorteios divulgados por Razuk eram realizados com autorização e estavam vinculados a uma loteria oficial.

Para a Polícia Civil, no entanto, as atividades eram ilegais e estariam ligadas a crimes como lavagem de dinheiro, associação criminosa e exploração ilegal de loterias.

Rafael Razuk, irmão do influenciador, e outros dois homens também estão presos por suposto envolvimento no esquema investigado pela Polícia Civil.

Conforme a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos (Dercc), responsável pela operação que levou Razuk à prisão, os sorteios não tinham autorização legal.

Além disso, o influenciador teria utilizado empresas para tentar conferir aparência de legalidade aos valores arrecadados e lavar o montante milionário obtido com as rifas.

Segundo a Polícia Civil, os presos são suspeitos de envolvimento nos seguintes crimes.

Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão em três estados.

Como funcionava o esquema, segundo a polícia.

Até 2025, a atuação do grupo estava concentrada em Campo Grande. Nesse período, os investigados teriam realizado diversos sorteios sem autorização e movimentado os recursos obtidos com a atividade.

Desde o ano passado, porém, o grupo teria mudado de estratégia. Segundo a polícia, após operações contra influenciadores envolvidos com rifas não autorizadas em diferentes estados, os investigados passaram a buscar formas de dificultar a identificação da origem do dinheiro e conferir aparência de legalidade aos sorteios.

Foi nesse cenário, segundo a investigação, que os irmãos teriam se associado a uma empresa do Rio de Janeiro e a outra da Paraíba.

Conforme a Polícia Civil, a empresa do Rio de Janeiro faria a intermediação entre influenciadores digitais e a empresa da Paraíba. Conforme a investigação, essa estrutura teria sido utilizada para criar uma suposta autorização para os sorteios.

Operação apreendeu carros de luxo e bloqueou bens.

Com o avanço da investigação, a Polícia Civil pediu medidas cautelares contra os envolvidos. Além das prisões e buscas, a Justiça determinou o bloqueio e a indisponibilidade de bens que podem estar relacionados ao suposto esquema.

Em Campo Grande, os mandados foram cumpridos em dois endereços: uma residência na Rua Tricordiano, na Vila Vilas Boas, e um galpão na Travessa da Ema.

Vale destacar, contudo, que a Polícia Civil ainda não identificou indícios de fraude nos resultados dos sorteios. Também não há, até o momento, relatos de que os vencedores não tenham recebido os prêmios.

Defesa afirma que prisão é desnecessária.

Na última quinta-feira (20), Razuk passou por audiência de custódia, e a Justiça decidiu mantê-lo preso. O advogado dele, Tiago Bunning, informou que vai recorrer da decisão.

Segundo a defesa, as medidas determinadas pela Justiça representam restrições que, na avaliação dos advogados, tornam desnecessária a manutenção da prisão preventiva do influenciador.

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Fontes

Informação baseada em material público de G1 MS, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

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Parece estranho ler o título deste artigo. Mas ele é real. Tenho observado, como professor, que, ano após ano, estamos criando um novo grupo de excluídos: os estudantes.

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