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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Sem apoio, MS será representado por candidata de MT no Miss Brasil Gay

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Sem apoio, MS será representado por candidata de MT no Miss Brasil Gay

Samanta Blossom ficou fora por falta de recurso, e Marianny Souza que carrega a faixa do Estado.

Este ano o Estado não será representado por uma sul-mato-grossense no concurso Miss Brasil Gay 2026, mas sim por uma mato-grossense. Sem apoio local, Samanta Blossom, eleita em 2025 para representar Mato Grosso do Sul nos 50 anos da competição não conseguiu recursos o suficiente e a vaga foi preenchida pela cuiabana Marianny Souza.

O Lado B conversou com as duas para entender a situação. A disputa pela coroa será neste sábado (22), em Minas Gerais.

Mato Grosso do Sul não terá uma representante sul-mato-grossense no Miss Brasil Gay 2026. Samanta Blossom, eleita em 2025 para representar o estado, não conseguiu recursos para participar do nacional, e a vaga foi assumida pela cuiabana Marianny Souza, indicada pela coordenação de Mato Grosso.

A final ocorre neste sábado (22), em Juiz de Fora, reunindo 27 candidatas nos 50 anos do concurso criado em 1976.

Marianny explica que cada estado possui sua própria coordenação e tradicionalmente leva uma candidata ao nacional e que este ano a organização nacional disponibilizou a vaga para que outra coordenação apresentasse uma candidata.

A oportunidade ficou com a coordenação de Mato Grosso, que já possuía uma representante e passou a ter a possibilidade de indicar uma segunda candidata, desta vez usando a faixa de Mato Grosso do Sul.

Por trás da troca está uma realidade enfrentada por Samanta Blossom, de 26 anos. Segundo ela, a edição estadual teve poucos recursos e não conseguiu garantir despesas que, em outros anos, teriam sido oferecidas à vencedora.

A candidata afirma que a coordenação buscou apoio de políticos, estabelecimentos, casas de eventos e espaços ligados ao público LGBTQIA+, mas não conseguiu os recursos necessários.

Samanta relata ainda que houve tentativa de apoio junto ao Estado, inclusive para o custeio do transporte, mas, segundo ela, não houve disponibilização de passagens.

A falta de recursos acabou tornando inviável a participação.

Samanta pretendia levar elementos do Pantanal para o palco nacional. O traje de gala havia sido pensado para destacar a fauna, a flora e os rios do bioma. Já o traje típico seria inspirado em uma ave característica do estado, com uma produção performática e asas.

Segundo ela a intenção é tentar novamente no futuro. Com mais tempo de preparação, ela pretende buscar patrocinadores, adquirir materiais antecipadamente e até organizar eventos para arrecadar recursos.

Apesar da frustração de não estar na disputa, Samanta faz questão de afastar qualquer clima de rivalidade com a candidata escolhida para ocupar a vaga. “Eu entrei em contato com ela, dei todo o meu apoio, disse que estou torcendo e que ela representará muito bem o nosso estado”, afirmou.

Sem rivalidade ou medo de haters, Marianny afirma que recebeu bem a missão de representar um estado diferente daquele onde vive. “É um desafio e uma oportunidade de mostrar o meu trabalho e mostrar quem eu sou, carregando um estado rico em cultura.

Ela também diz não ter enfrentado rejeição pelo fato de ser mato-grossense e concorrer com a faixa de Mato Grosso do Sul. Segundo Marianny, misses que já representaram o estado em edições anteriores demonstraram apoio à sua participação.

Para Marianny, a preparação para um concurso dessa dimensão vai além da estética. "Foram dias intensos, dias de muita preparação, muito estudo, porque não é só vir, por um vestido, uma peruca na cabeça.

A gente tem que estudar e entender. Porque a gente carrega uma responsabilidade, então precisa saber, entender o que é essa coroa e o que esse título representa.

Mais tarde, a candidata de Cuiabá entra na passarela carregando a faixa de Mato Grosso do Sul e a expectativa de voltar com a coroa. “Pretendo representar o estado da melhor forma possível e, se Deus quiser, quem sabe trazer esse título e uma coroa para Mato Grosso do Sul.

Quero levar o nome do estado ao ápice”, disse Marianny.

O Miss Brasil Gay foi criado em 1976 e completa 50 anos em 2026. A edição deste sábado reúne 27 candidatas, representando os estados e o Distrito Federal. Elas desfilam com trajes típicos e de gala e as seis finalistas avançam para uma etapa de oratória e conhecimentos gerais.

A final começa às 20h deste sábado (22), no Terrazzo, em Juiz de Fora (MG). Para quem acompanha de Mato Grosso do Sul ou Mato Grosso, onde o fuso horário está uma hora atrás de Minas Gerais, o concurso começa às 19h e pode ser assistido pela internet no perfil oficial do concurso.

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Fontes

Informação baseada em material público de Campo Grande News, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

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