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TSE dá 24 horas para Meta dar informações sobre igualdade de campanhas

Medida foi tomada depois de a Meta não cumprir o prazo inicial de 72 horas para apresentar as informações.

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A medida foi tomada depois de a Meta não cumprir um prazo inicial de 72 horas para apresentar as informações.

Na semana passada, o TSE atendeu a um pedido da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, para que a Meta fosse obrigada a se explicar.

A coligação Brasil Pronto pra Mais, de apoio a Lula, apresentou dados segundo os quais a Meta estaria desfavorecendo conteúdos do campo político de Lula e dando destaque ao campo adversário, infringindo a legislação eleitoral.

Outra queixa está numa possível desigualdade no impulsionamento de anúncios pagos.

A campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro também ingressou com reclamação semelhante no TSE.

Na última sexta-feira (16), o plenário do TSE manteve uma primeira decisão de Bellizze, que ordenou à Meta o tratamento isonômico imediato das campanhas em suas plataformas.

Como funcionam os sistemas de recomendação de posts nas plataformas.

Dados sobre o alcance dos anúncios das duas candidaturas que disputam o segundo turno.

Apresentação de investigações sobre possíveis redes de perfis inautênticos.

Informações sobre conteúdos que deveriam receber identificação por terem sido produzidos ou alterados sinteticamente.

Após o PT denunciar as falhas, a Meta declarou que a recomendação de candidatos foi proibida, conforme determinação do TSE. A plataforma também informou que tomou medidas adicionais para restringir as recomendações.

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